[FP] Lee Jae Won / Shinoda Ayato

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[FP] Lee Jae Won / Shinoda Ayato

Mensagem por Lee Jae Won em 13th Outubro 2016, 12:02 pm




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Re: [FP] Lee Jae Won / Shinoda Ayato

Mensagem por Lee Jae Won em 13th Outubro 2016, 6:23 pm

LEE JAEWON / SHINODA AYATO


HISTORIA


Por volta da meia-noite em certo dia do mês de novembro, durante os últimos suspiros do clima de outono na cidade de Tóquio, uma criança nasceu, tímida até no choro que anunciou sua vida ao mundo. Seu nome é Shinoda Ayato e, apesar de ter o potencial somático de alguém que promete conquistar o mundo com as próprias mãos, ele está amaldiçoado a viver às sombras de tudo o que lhe cerca.

Não trata-se de pessimismo. Se esta sina tivesse começado apenas consigo, ele certamente teria dado um jeito de livrar-se dela ao longo de sua vida. Contudo, trata-se, na verdade, de algo muito mais profundo e antigo. Algo que decidira os rumos de seu futuro antes mesmo de seu nascimento, e que, não importa o quanto fuja ou ignore (ou disfarce), estará sempre preso à ele. É um demônio genético - um demônio genético - uma maldição de família - que lhe foi oficialmente atribuído no dia de seu nascimento: o sobrenome Shinoda. Talvez não signifique algo para a Coréia do Sul, mas para uma boa parte dos cidadãos da cidade de Tóquio, no Japão, a simples menção deste nome faz causar um arrepio na espinha dos sujeitos mais durões.  

Durante os primeiros anos de sua vida, Ayato estava tão repleto de amor - provindos de sua mãe, seu pai e, eventualmente, de sua irmã mais nova (Arisu) - que era impossível sentir os efeitos da maldição que carregava. Era jovem demais para entender as dificuldades por quais sua mãe passava para criar duas crianças enquanto as privava de conhecer o mundo real - e consequentemente impedia-se, também, de voltar à vê-lo -, já que passava o dia todo junto delas em um apartamento de luxo.

Quando começou a estudar, o rapaz foi movido de uma prisão para outra - sendo a segunda muito menos afetuosa do que a primeira. É quando ele realmente nota os cutucões impertinentes de sua sina - no tom de voz de um professor ou outro ao chamá-lo durante as aulas, nas expressões de algumas das mães de seus amigos enquanto estas arrastam seus filhos para longe dele, nas lágrimas da primeira garota que por quem ele se apaixonou quando ela implorou para que ele não a matasse por ser obrigada a cortar seus laços com ele [como se Ayato realmente fosse capaz de fazer mal à alguém como as pessoas faziam parecer]. O significado de ser um Shinoda nunca esteve tão claro para si como quando durante aqueles anos.

Para sua sorte - e apenas para dizer que sua vida não se trata de uma completa tragédia -, nem todos conheciam sua família. O exercício de uma personalidade amigável se provou efetivo o suficiente ao impedir que ele fosse ostracizado em suas turmas, seja pulando de grupo em grupo até que todos já tivessem-no rejeitado, seja obrigando a si mesmo a estar sempre ao redor deles - participando de vários clubes e eventos escolares -, ele praticamente brigava por coisas que ser humano algum deveria ser impedido de ter: consideração e cortesia. E ter que viver daquela forma durante o dia todo, tendo o sono como seu único momento de folga, já que sempre estudou em colégios internos, se provou um verdadeiro desafio.

Definitivamente não sentia falta daquilo - e hoje é até embaraçante falar de uma época em que tinha que provar a si mesmo como merecedor de aceitação. As datas comemorativas e feriados deveriam ser as jóias de seu calendário - afinal, naqueles dias, lhe era permitido ir para casa reencontrar as pessoas mais importantes de sua vida - mas, após o sumiço de seu pai e a mudança de sua mãe e irmã para a Coréia do Sul, as coisas ficaram muito mais difíceis. Seu tio Yiruma o acompanhava em algumas viagens, já que Ayato era novo demais para fazê-lo sozinho, mas como o mais velho não podia simplesmente desfazer-se de seu trabalho, o garoto aparecia na casa dos avós em visitas cada vez menos constantes ou sob motivos cada vez mais específicos - como treinar sua pronúncia em coreano ou entregar os presentes de aniversário de Arisu que começavam a se acumular em seu dormitório.

E a cada visita, sua família parecia mais desestruturada. Aos nove ou dez anos, sua irmã parecia ter se tornado o centro da família - e se a menina tratava a própria mãe como um objeto para conceder suas vontades, Ayato temia imaginar a posição que ele ocupava no coração dela. O dinheiro para comprar as passagens de avião passou a se tornar ainda menos frequente do que suas oportunidades de visita - e, imaginando que tratava-se de uma dificuldade financeira, o garoto não se sentia capaz de exigir. Dessa forma, quando tinha quatorze anos, ele foi obrigado a escolher entre os dois países que compunham sua nacionalidade. Optou, portanto, por aquele a qual estava acostumado - onde o futuro não prometia o melhor, mas pelo menos parecia estável. Continuou trocando cartas com seus avós coreanos até os dezesseis, quando descobriu sobre a morte deles, e perdeu o contato com ambos os lados de sua família até os dezenove, quando graduou-se em uma escola militar japonesa.

A primeira coisa que fez ao ver-se livre dos estudos foi viajar para a Coréia. Pela primeira vez em muitos anos, dinheiro não parecia um problema. O acúmulo de presentes de aniversários em quantias que ele nunca realmente teve a oportunidade de gastar o ajudaram a pagar a passagem, comprar uma câmera fotográfica [um sonho juvenil] e fazer suas primeiras tatuagens.

Atualmente, ele divide um apartamento com um colega de quarto e trabalha como fotógrafo na revista Spotlight. Recuperado o contato com sua irmã mais nova, Lee Bae Hyun, e agora atendendo pelo nome de Lee Jae Won, o rapaz não é diferente de tantos cidadãos coreanos que fazem o possível para subir na vida.  



PERSONALIDADE


Responsável e honesto, se não fosse pela tatuagens que não faz a menor questão de esconder, Jaewon poderia até parecer um rapaz inofensivo - com sua pele alva e os olhos preguiçosos que, assim como os de sua irmã, esbanjam inocência, mas guardam algo completamente diferente. Possui um instinto empático protetor para com pessoas problemáticas, pois se vê um pouco em cada dilema e cada rebeldia que cometem; e tenta pagar pelos anos em que esteve longe de sua família segurando qualquer oportunidade de estar junto da irmã. É muito amoroso não apenas tratando-se dela, mas também qualquer pessoa com quem divide laços de confiança. Ele guarda os amigos de longa data com um grande apreço e nunca se joga de cabeça em um novo relacionamento, pois possui um receio incessável de não ter seus sentimentos correspondidos. Tem confiança na força do próprio punho, mas não das próprias palavras. Uma verdadeira alma de cordeiro presa no corpo de um lobo.


ATRIBUTOS

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Re: [FP] Lee Jae Won / Shinoda Ayato

Mensagem por Someone em 14th Outubro 2016, 2:50 pm

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________________   with love, kaorgie


Sua ficha está aprovada!
Bem vindo(a) ao Sunnydays, desejamos que encontre muita diversão por aqui. sz

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Re: [FP] Lee Jae Won / Shinoda Ayato

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