HOLD ME DOWN

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HOLD ME DOWN

Mensagem por Park Chung Ho em 18th Novembro 2016, 6:11 pm

CHUNGHO & WOONA : Mesmo que houvesse uma garoa fina, uma chance de resfriado e até mesmo, olhos indesejados os perseguindo, o rapper e a dançarina procuram se encontrar tirando o dia para se ver.

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Re: HOLD ME DOWN

Mensagem por Park Chung Ho em 18th Novembro 2016, 6:39 pm

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Chung havia acordado cedo apesar de naquele dia, ter precisado arrumar um pequeno defeito que havia feito na noite passada em alguns tubos de escape. Ao que se lembrava - ao menos depois de ter mandado zilhões de mensagens impaciente - veria Woona depois de um certo tempo fora, os treinos, as conversas e pequenas reuniões com Choyang e Daejoon para tratar do debut que esperava estar próximo. De certo ele mesmo estava nervoso, quase sempre pensava que não iria conseguir atingir as expectativas impostas pela empresa porém, sempre mantivera os lábios lacrados. Não havia motivo exato, para apavorar os companheiros. Nem ele mesmo desejava fazer este tipo de coisa. 

O guarda-chuva estava sob a cabeça em uma esquina onde havia pedido para que a mesma fosse o encontrar. Chung às vezes desconfiava dos demais da empresa sempre inventando ora calúnias, ora mentiras para o incriminar de forma que mantivesse antes o relacionamento escancarado-escondido-do-jeito-deles a um do tipo sigiloso-seguro-do-nível-difícil. Ele admirava isso já que gostava da ideia de imaginar lugares íntimos para ver sua amada. No entanto esta figura amorosa e com saudades já parecia se desintegrar, quando este mexia no celular girando o cabo branco escondendo-se de uma fina garoa abraçado a jaqueta preta. Em um de seus braços no qual suportava o aparelho celular, tinha um outro. Possivelmente a dançarina abraçaria a ideia e pegaria para se aquecer ou em caso de puro aborrecimento, o rapper precisaria carregar aquilo até o final do passeio. 

Observava as fotos, o ar frio entrecortando a esquina de seus lábios encobertos pela máscara e os cílios que insistiam em tremer embora estivessem caídos dando atenção a rede social quase sempre acessada. Uma ou duas tossidas vazaram sem ao menos perceber se a outra estivesse o alcançado lançando os olhos por cada lado para que pudesse ver algum movimento suspeito. 

Ah, ela estava atrasada. Olhos profundos, uma expressão séria mesmo que o loiro não tivesse se esforçado para que capturasse todos os detalhes da companheira. Seus ombros pesaram guardando o aparelho no bolso, esticando a musculatura do braço o máximo que pudesse fazer encarando a jovem de estatura menor. A garoa caia por cima de alguns fios ocultos pelo boné no entanto, a proteção do guarda-chuva mantivera numa longa pausa dos dois corpos. Era um bom dia, ele pensou, para se tomar uma xícara de chocolate quente :

— Bom dia. - Sussurrou rouco dando uma fungada profunda com o nariz querendo abraçá-la. Fazia tempo que não tomava uma ação daquelas decorrentes ao cotidiano; Treinos, olhos intrometidos os vigiando, uma postura para zelar, um desejo para matar e um Park Chung Ho completamente irado ao ter que lidar com ordens. Tentou mostrar um sorriso tendo em vista que seus olhos estavam pequenos. A dentição branca tampada pela máscara preta, estava totalmente aberta entre elas o motivo era; as possíveis palavras violentas da mais nova. — Não vou perguntar se você está bem. - Iniciou a conversa ao que tentou parecer acariciar os fios dourados da cabeça alheia selando o topo da cabeça dando o braço para que esta caminhasse consigo até o final da rua. — Dá pra ver na sua cara que não quis tomar café mesmo. - Seu timbre de voz foi preocupado mesmo que ali visse evidentemente, uma parcela de culpa. Ho quando não estava implicante, estava melancólico demais. Aquilo abusava da paciência da namorada. — Por isto… - O tal pausou rindo baixo olhando para a fachada, tentando fechar o guarda-chuva. — Vamos cuidar deste seu péssimo humor primeiro e depois falo o que podemos fazer. Ok? - Inquiriu erguendo uma das mãos para chamar o atendente enquanto se jogava na cadeira, endireitando-se preguiçosamente retirando o grosso cachecol o repousando sob a coxa. No último momento onde pôde revelar o seu rosto, lançou uma mordida premida de lábios, seus dentes capturando a própria carne em um significado pronunciado para a garota enquanto dedilhava as opções. O queixo milimetricamente repousou sob a mão curvada próximo do rosto :

— O que me diz de um fliperama hoje, huh? Não me lembro de ter jogado com você Woona aliás, agora que estamos abastecendo, como vai? - Questionou baixo vendo que esta estava bastante atenta aos preços o fazendo franzir o cenho e entortar os lábios, encostando um dos cotovelos contra o tampo da mesa retirando a carteira. Para sua sorte, economias - que doíam profundamente ao pensar que precisou abrir mão de alguns jogos do ano - haviam dado um excelente resultado. Sorriu colocando o objeto de couro pouco ao lado de sua mão acertando o cabo transparente na cadeira. 

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Re: HOLD ME DOWN

Mensagem por Park Woo Na em 18th Novembro 2016, 11:44 pm




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Abro meus olhos, lembrando que eu deveria ter levantado e não voltado a dormir depois de responder as mil e uma mensagens que Park Chung Ho havia inventado de me mandar, agora eu deveria estar levemente atrasada, ficaria de fato atrasada ao me trocar, rebocar a cara de sono e de alguma forma pensar numa roupa discreta com as primeiras coisas que visse. Daebak, agora só o que me faltava, no meu dia de descanso mental ter um estresse deste de barriga vazia.


Respiro fundo e ando em direção ao armário, me despindo no caminho, olho as roupas e me visto com uma calça preta colada, uma blusa branca de mangas curtas, prendo o cabelo num coque e coloco um boné preto, vou ao banheiro, me faço de gente e volto ao quarto, coloco um par de meias que não reparei serem diferentes, pego meus óculos escuros e os coloco junto com uma máscara branca. Olho o celular, bem atrasada, maravilha Woona, maravilha...


Eu praticamente corri até o local, apenas verificando o celular de tempo em tempo, mas, ao ver de longe aquela silhueta, nada discreta perto do local combinado, comecei a andar, então reparando que ele procurava por mim, agora que o corpo estava esfriando, podia sentir aquele friozinho que poderia detonar com minha voz se, opa, casaco novo! Assim vou ficar mal acostumada, talvez perca até o toque de pegar as roupas dele sem ele perceber... Se bem que faço isto muitas vezes na frente dele... Acho que ele finalmente percebeu que o cheiro dele nas roupas que pego amenizam a saudade, desejo e ajudam a manter compostura. Pego o casaco e o visto rapidamente, ouvindo o bom dia dele e a tentativa dele de me abraçar, podia estar sorrindo por detrás da mascara, mas um leve e adversativo tapinha no ombro dele, indicava que não deveria fazer aquilo, não assim, no meio da rua, com mil olhos em nossa volta. Pabo.


-Bom dia, pabo... Rua, ambiente público...


Escuto as palavra dele, pronta para começar a seção de destilação de veneno até ele sela o topo da minha cabeça, mesmo de boné, o fuzilei pelas lentes e revirando os olhos coloquei meu braço no que ele oferecia. Ouvi a frase seguinte dele, enquanto ele me direcionava até algum lugar, pois não prestava a atenção, apenas olhava seu rosto com os olhos, reparando nos cabelos dele. Sorte dele, pois eu certamente daria um soco leve nele por aquela fala, se eu não comi era para ele não esperar ainda mais. Mas sei que se falar isto ele irá se sentir culpado e assim mais uma novela começará, depois de comer terei paciência para isto.


Aquele ser já tinha capacidade de perceber minhas necessidades, que tocante, ele estava finalmente menos lerdo, acredito eu, aperto seu braço de leve confirmando que queria comer, ainda bem que havia esquecido minha carteira... Maravilha, ainda terei de pegar dinheiro com ele para volta... Agora em sinto mal, pegar dinheiro de gente mais carente que eu dói... Mas se bem que, com o andar da carruagem tenho de aproveitar enquanto ainda não somos reconhecidos, nem em lugares nada movimentados como este.


Eu odeio quando ele escolhe os lugares, quem diabos disse que eu queria sentar na frente dele? Numa chance destas eu queria estar ao lado dele, por exemplo, pegando discretamente o cachecol dele e pondo em meu próprio pescoço, mas não, ele senta no lugar mais difícil de renovar minha coleção. Daebak, ele está ficando inteligente ao menos nisto, estudar que é bom... Fixo no cardápio, olhando as opções, claro que eu olhava os preços, não seria idiota de pedir nada caro, sabendo que mais sem dinheiro que eu, só ele, além do mais o coitado ainda sofre com uma namorada que pega as roupas dele e não devolve, ao menos ele não percebe que eu uso algumas roupas dele junto dele apenas para recuperar o perfume.


Retiro o óculos e coloco a frente do cardápio, perto da mão dele, perto da... da carteira, daebak, ele lembrou da dele... hora de ser vaquinha, vejo a atendente e faço o pedido, uma porção de back noodles e uma de arroz, pelo visto estávamos num restaurante meio chinês, Chung e suas escolhas, aposto que entrou sem nem ao menos checar. Para finalizar peço dois chás quentes.

O observo me observar e digo abaixando a máscara para debaixo no queixo, respondendo a sua sugestão, enquanto fechava o casaco recém adquirido, encostando minhas costas na cadeira, nada feminina, o bom dele é que podia ser eu mesma, não precisava dar uma de menininha boneca frágil, o único ruim dele é ter demorado de me notar.

-Estou bem, tirando o fato que corri até aqui sem nenhuma proteção decente contra o frio... Mas a culpa desta vez é minha, e voltei a dormir e não percebi... E você pabo? Algo te incomoda?

Algo o incomodava, eu podia sentir, meus olhos o fitavam, com ternura e tranquilidade, dando um bocejo, coberto pela minha mão encoberta pela ponta da manga do casaco. Dou um leve riso, antes dele responder dizendo, mas meu olhar já o alertava que queria a resposta mesmo com o leve corte.

-Okay, mas nada muito caro, ainda não podemos nos esbaldar.


Dei um piscadela e fiquei o esperando responder, admirando os fios claros, aish, estava com a mente tão ocupada que não havia reparado antes. Candy, precisa ser mais rápida, ele está ficando menos lerdo... Está virando um hominho.

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Re: HOLD ME DOWN

Mensagem por Park Chung Ho em 19th Novembro 2016, 8:14 pm

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Tudo havia começado como Chungho esperava ; distância e  represálias dos outros olhos que poluíam o horizonte largo de suas costas. Contendo um suspiro abeirando palavras de baixo calão na boca, o loiro havia percebido que ela se decepcionou com a escolha em que na qual se sentaram - insinuantemente ele não conteve um riso vitorioso - e então viu o veredito. Este recebeu de sorrisos largos quem os atendera e para ela, uma coçada sôfrega na nuca. Os olhos desnivelados para a toalha gradativamente clara, movendo os pés poucas vezes até entrelaçar a sua própria mão como um empresário para contemplá-la. Estava bonita apesar do turbilhão de mais cedo, pensara-se consigo vagamente e havia ocorrido o milagre dela culpar a si mesma pelo atraso, podia se contentar feliz com esta:


— Eu estou bem. - Os lábios se entortaram ao que tudo indicava, um apoio sentimental. Sim, Chung aprendera isto desde os últimos meses com a loira. Melhor que ser às vezes um profundo mediador de um cafajeste e bobo, havia o truco da chantagem emocional. Ele no entanto tão dado a dar o bote e começar a lamuriar pelo ato insensível de minutos antes, apenas girou os pulsos acusando que estava voado naquele dia. Percebeu vagamente mais tarde quando ela inspirou com sono, que poderia ter planejado algo caseiro. Mas era incrível entrar na ideia de que ela lhe parecia ser - mais que ela fosse capaz de expressar em público - adorável daquela mesma maneira. — Quero dizer, que este é o primeiro de muitos casos que marcaram a minha independência! - Exclamou fielmente, erguendo o dedo indicador para cima exibindo o primeiro sorriso do dia quando assim livrado-se da máscara. Pressionou os dedos contra a bochecha empático, desviando as vistas para as bandejas equilibradas que caminhavam predestinados a uma degustação matinal e calorosa, Chungho parecia descontrolado com comida. Agradeceu a Woona - embora ela também amasse doces e outras besteiras - a ter feito o cardápio. Com certeza em plenas nove e meia, o rapper ingeriria algo que combinasse mais para um almoço. Feio, Ho, muito feio :


— Economias. Morto em pensar que perdi um lançamento, mas você sabe. Este debut. Faz muito tempo que não nos víamos  e que também a senhorita não se desgrudava do Daejoon. - Explicou miudamente, procurando se encontrar na mesa, fitando o próprio reflexo contra o refratário de superfície oval cria que pudesse ser inóx, a cor era realmente bonita. — Sabia que iria faltar algo em você. E em mim mais tarde. - Diz dardejando o tecido da blusa, ele nem ao menos havia a visto partir com a peça, porém ele já sentia profundas saudades da roupa barata de cor preta ou até mesmo cinza que caia bem contra ela :

— E considero que sim, vamos nos divertir hoje, vamos?! - Seu tom retomou como uma criança erguendo o recipiente que tinha o chá pré-aquecido, assoprando as nuvens de calor que se erguiam furiosas contra seus olhos. — Vamos esquecer que somos pobres uma vez na vida. - Tomou um gole saboreando com uma risada baixa e o corpo esperadamente inclinado dado ao esforço da temperatura contra a garganta.

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Re: HOLD ME DOWN

Mensagem por Park Woo Na em 20th Novembro 2016, 10:36 pm




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Fito seu rosto, ouvindo cada frase, a onda de fúria era imensa, sendo atiçada a cada frase dele, olho para cima, dando um longo suspiro, pois a vontade de chutar a canela dele e fazê-lo acordar para a realidade era muito tentador, mais tentador que a maçã do diabo. Volto a encarar Chung Ho e digo, num tom sério, mesmo que a feição e olhar mostrassem a latente irritação e frustração.

-Park Chung Ho, uma coisa que não podemos nos dar ao luxo é de esquecer de pagar contas, ralar por dinheiro e que o fato de estarmos comendo o prato que pedi com uma porção de arroz é a prova latente do nosso status atual, pois se eu não estivesse faminta, acho que só pediria o macarrão, se duvidar pediria os biscoitos da sorte, sairia mais barato... Você deveria ficar feliz de finalmente estar gastando com comida e não jogos, graças ao que você disse aposto que vai tentar me fazer ir em jogos caros, vai sonhando isto quando tiver mais dinheiro, por enquanto terei que tomar medidas drásticas para você não ficar gastando e ter chances de te rum colapso por falta de sono ou comida, se duvidar ambos.


Respiro fundo e pego a carteira dele, fazendo sinal que estava confiscando-a pelo dia, vejo o prato chegar logo e logo coloco a porção de arroz junto do macarrão chinês com aquele molho escuro... Aquilo era a cara da pobreza, céus. Misturo focando minha fúria na comida, entrego um par de rashis a ele e faço sinal para ele comer, comendo porções pequenas, na terceira já estava mais calma, com capacidade de escutar qualquer coisa que ele falasse, pois sei que quando me irrito só jogo a raiva e não escuto. Repouso a mão com os talheres e estico o braço, limpando os lábios dele e ao invés de deixar o molho num guardanapo, limpo o dedão da mão com a boca, desviando o olhar, observando o redor, enquanto falava num tom que somente ele escutaria, ela saberia que já estava mansa.


-Aish, desculpe, mas você sabe que estou certa, enfim, pense hoje como um treinamento para quando sua carteira realmente ficar no meu controle... ke ke ke...- era realmente meio embaraçoso falar aquilo tão na cara, mas eu sabia que aquela coração nas minhas bochechas o deixaria bem animado ou louco por qualquer modo de skinship além do que já havia ousado, então continuei a dizer, preparando a próxima pequena quantidade de comida, dando um sorriso amplo, enquanto observava o que fazia na comida: -Se bem que, indiretamente, por causa da Nanna, já sou dona da sua carteira sem precisar de nada tão burocrático.- dou uma leve risada e coloco a porção na boca, comendo sem pressa o observando, apoiando minha cabeça com ambas as mãos e cotovelos apoiados na mesa de metal.

Espero que ele lembre que Balder é esposo de Nanna, pois a imagem dele ter evoluído caíra com fala dos jogos e para que eu gastasse para esquecer que sou pobre... Como se a conta não jogasse na minha cara nossa situação, mas era bom ele ter dito aquilo, engulo e digo dando piscadelas divertidas.


-Prometo que depois de debutarmos irei te agradar gastando sem olhar o preço do cardápio, mas sim os pratos de fato.


Começo a rir e preparo uma grande porção de comida e coloco na boca dele, ele precisava comer, qualquer coisa eu comeria besteiras no dormitório, não posso comer muito mesmo, ao menos ele tinha que ter mais força e ficar mais coradinho, pois assim ele me daria forças para seguir a dieta e batalhar por um futuro mais calmo... Se bem que nós dois nunca teremos paz... Mas isso que dá graça, como mais uma pequena porção e repouso os rashis, entregando o resto a ele, de fato havia comido quase nada, mas estava ciente da minha situação, ao contrário dele, eu era o exemplo a ser seguido.

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Re: HOLD ME DOWN

Mensagem por Park Chung Ho em 22nd Novembro 2016, 11:15 pm

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Mal haviam começado ao dia, mas pareciam que as afluentes das brigas iriam correr mais rápido do que esperava. Ele suspirou repousando o cotovelo contra a mesa massageando os olhos enquanto se concentrava em não se queimar com a quentura do chá morno. Woona às vezes fazia o papel de mãe e isso, diminuía a atração do rapper em frios segundos :

— Calma. - Chungho disse aquilo tanto para ela como para si mesmo repousando a xícara com lentidão para enxergá-la com mais clareza. Os olhos transmitiam verdade das quais ele já era ciente. Há muito tempo, vinham fazendo aquilo.” Controle os gastos Chung, você precisa de uma roupa nova para treinar. Chung, você precisa guardar dinheiro para se divertir se a manager deixar. Chung, Chung, Chung.” Aqui o frustrava ao mesmo tempo que aborrecia. — Eu estou bem candy. Difícil de entender que pelo menos hoje, quero fazer coisas que não faço há décadas? - Ergueu ambos os braços para a mesa muito apesar, aquela não fosse grandemente farta como esperava. Tomou para si os hashis oferecidos os umedecendo contra a língua fazendo da mesma mistura. Os ombros despencaram contra os reflexos dela. Ela conseguia mudar de humor ao sabor o fazendo respirar com mais liberdade liberando carbono pelos lábios. As artérias abriam-se livres e alegres. Woona ficava preocupada com ele. Chung poderia agradecer, mas precisava lutar pelo que acreditava ser certo. Mesmo que fosse um que ambos não merecessem pelo longo tempo de namoro. Sentiu o perfume alheio invadir a frente das narinas fechando os olhos ao que ela fazia em seus beiços aproveitando do carinho dando uma inclinada para escutá-la. Nunca perdeu a chance de mostrar-se certa, desta vez, o loiro riu :

— Você sabe que quanto mais fala disto, mais ansioso fico. - Suas bochechas se enrubesceram tomando uma tonalidade cereja despertando-se com o aroma da comida que parecia o empurrar com sonolência contra a cadeira. — Você e seus golpes. Baldr. Nanna. - Engrossou a voz em um rosnado falso. Quando finalmente compreendeu a última fala, seus dentes ficaram a mostra erguendo os braços pouco acima de seus ombros fazendo um sinal de aclamação. Gostava de aproveitar aqueles momentos frágeis, para dar-se como espero. Afinal, Chung admirava passeios, não os mais normais, mas os improváveis. os convites feitos de repente :

— Agora sim! O dia está começando direito. - Apoiou um dos braços contra a cadeira ficando em um perfil lateral contra ela, fitando o vidro que desse vista para a calçada. Um pouco vazia, mas que não perdesse a beleza das pessoas que passavam em tempos apressadas outras, convidadas para entrar no estabelecimento. As íris se afinaram perigosamente e os dedos caninos expostos de maneira simplesmente dócil :

— Você já pensou que no futuro precisaremos sair disfarçados? Isso me incomoda. Odeio máscaras. - Reclamou entreabrindo os lábios sustentando o alimento em uma mastigação proveitosa. Fez um sinal com os dedos unidos demonstrando que gostara do gosto logo rindo com um ar juvenil. Algo o fez mudar o semblante de feliz a incrédulo. Ela empurrou o prato para ele? Não poderia acreditar. Com certeza assim imaginou, que os instrutores da empresa fizeram-na crer na maldita dieta. Os dedos pálidos do rapper envolveram os talheres mexendo com mais delicadeza ao entorno da mistura soprando levando até esta até por algum tempo, não se importando em arrastar os pés castanhos da cadeira. A cantora não escaparia daquela investida. — Ei, quebre a dieta só hoje. - Os olhos forçaram lágrimas em uma chantagem emocional. Sua voz enfraqueceu sendo baixa como um rato e tão fraca que parecia estar doente, o dançarino resolveu tentar mais uma vez:

 — Por favor. Sempre quis trazê-la para cá. vamos aproveitar… Só hoje?! - Completou empurrando o alimento para frente em um ângulo perfeito trajeto da musculatura do braço, até a boca pálida da garota. Com certeza, mais tarde bombardearia o kakao com reclamações. 

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Re: HOLD ME DOWN

Mensagem por Park Woo Na em 23rd Novembro 2016, 12:50 pm




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Parecia a menina do exorcista tentando fugir da tentação, mas parando para pensar, eu só usei aquilo como desculpa para ele comer mais, adieta eu nunca segui, mas ao contrário dele eu compenso me exercitando, viro o rosto na primeira investida, mas as palavras dele e a segunda tentativa me fizeram comer, me sento direito e o fuzilo divertida com os olhos, depois de engolir dizendo com uma mão no ar, como se apertasse a bochecha dele com força.

-Obrigada por se preocupar, Zed, mas eu não sigo a dieta, eu certamente vá queimar o que comi e comerei na academia depois, estava mais preocupada em você comer, tenho a leve impressão que você só come como gente quando estou por perto.


Pego o talher e foco em comer os temperos, deixando maior parte do macarrão para ele, o olhando com certo afeto, pois sabia que a cutucada iria fazer uma chuva de desculpas esfarrapadas para os mau hábitos dele, principalmente o fato de não se exercitar tanto. Se ele quer chantagem emocional, ele vai ter, desço o olhar para o corpo dele e levanto o olhar para o dele, depois desviando olhando para os lados, como se estivesse a analisar as pessoas que passavam, que estavam ali e fazendo o possível para manter um biquinho.


-Realmente, quando debutarmos vai ser mais difícil, principalmente com o corpo que tenho... Se você cuidasse do seu como eu cuido do meu, minha única preocupação seria com quem mantivesse algum olhar maldoso em mim.- começo a rir, pois sabia bem o quão ciumento ele era, eu sie que influenciar este lado dele não era algo bom, mas para uma provocação inicial estava ótimo, pois sei bem o quão possessivo e cabeça dura ele era, isto que tornava interessante, claro que eu tinha meus picos de ciúmes, mas nada chegava aos pés do dele, ao menos é o que eu acho, se bem que me expresso mais que ele, ao menos não desconto em terceiros.


Volto a olhar em seus olhos enquanto preparava uma pequena porção para comer -Pabo, se não for par me proteger, ao menos faça isto para me agradar, além do mais, existem alguns fan-services que adoraria ver de bem perto.- dou um riso malicioso e coro voltando a comer, apenas o olhando para dar uma piscadela.


Mas não tínhamos vindo ali para brigar, discutir ou ficar trocando indiretas bem diretas, pois isto fazemos sempre, termino de comer minha parte, deixando uma quantidade razoável para ele, limpo minha boca e bebo o chá, entre os goles digo, o  fitando, matando a saudade da sua imagem, dos seus hábitos e me divertindo internamente com suas reações.

-Você me chamou para nos divertirmos e não para ficarmos lavando roupa suja na rua, você guia mas a carteira fica nos meus cuidados.


Cubro meu rosto com a máscara e o encaro ainda corando, enquanto lentamente botava o óculos e o observava com ternura, estava sem pressa, com preguiça de pedir a conta, seria engraçado ele pedir, ver a reação dele e mais broncas.

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Re: HOLD ME DOWN

Mensagem por Park Chung Ho em 23rd Novembro 2016, 6:52 pm

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Algo interno então se incendiou. Woona havia compreendido do que ele quis dizer, mas ele mesmo já estava a ponto de um ataque. Sua risada ao longo da conversa, ia se soltando cada vez mais hiperbólica e loucamente curvada. Este que não tardou em querem responder, terminou de engolir a porção ingerida elevando o chá em uma mistura que até então diferente ao seu paladar. Reverenciou ao agradecimento no entanto, suas bochechas coraram com mais força ao grau que as coisas desenrolassem agora em um ataque direto e agressor contra a sua pessoa :

— Ah… - Seu lamurio soou cinco tons mais tristes após um tempo, cinco tons mais alegres. — Eu tento. Quer dizer, eu não tenho tanto tempo e quando vejo, estou jejuando. - Alisou o próprio peito descendo como se sentisse todas as raízes finas e contornadas de suas costelas sobrepostas a uma carne clara desacostumada as luzes naturais. Chung esperou :

— Eu vou cuidar deles. - Respondeu puxando um sorriso lateral, fazendo o lado da tez esquerda se dobrar. Transpassou então, várias ideias em sua mente. Ela tinha razão quando envolvia físico e o debut. Chung não sabia como caracterizar aquele rugido vindo do corpo quando assistia uma cena como aqueles ou como ao ter me mente do irmão que esta teve por um tempo. O loiro passou as mãos pelos próprios cabelos avistando o boné deitado, seus suspiros vazavam e viu que não seria tão fácil ficar preso às especulações. Além disto, não queria pensar em móveis quebrados, objetos estilhaçados, vidros cortantes entrando em contato com o seu punho e muito mais tarde, gaze e curativos. Fora também, uma líder zangada e mais dois vocais enfurecidos. Park não tinha muitas opções, mas ciúmes parecia ser uma corrente incontrolável. Um fósforo perto do combustível. — Afinal, não tenho um péssimo corpo. - Dedilhou a superfície aquecida do copo, ainda a fitando com um dos cotovelos encostados sob a toalha. A luz da janela se infiltrando a cada lado deles, a derme ganhando cor mesmo que em segredo. As pálpebras pesaram de uma maneira observadora. — Quem sabe no primeiro show, não mostre o meu ABS?! - Contornou a última palavra com o saboroso sarcasmo dando uma risada tímida, assistindo-a se desviar do macarrão atribuindo um olhar cético e severo. 

Escutou-a anuindo em sequências sincronizadas já revestindo os cabelos pelo boné, pegando o casaco para entregá-la fazendo um pedido gentil com a mão para que os dessem a conta. Deixou que a loira retirasse as cédulas por dentro da carteira rindo com as bobagens escutadas. O controle dela ao caos dele, combinavam, porém ele sabia que dali em diante tinha que estar bem atento as placas de preços e a lábia dos vendedores que escutaria pelas ruas. Afastou a cadeira com os dedos abraçado a madeira logo se dirigindo a entrada onde abrirá a porta para que a mesma passasse, deixando o sino anunciar o adeus. Com a máscara a frente da boca, permaneceu cabisbaixo caminhando calmamente lançando as vistas corvinais para assisti-la ; Ela olhou no momento assistido, para baixo próxima das mãos dadas - ou timidamente por conta de ambos não se sentirem confortáveis as exposições ao público - parecia requintada, metade garota, metade mulher. Ele não estava tendo contato com esta opção e envergonhado, quis manter algum assunto antes que cruzassem uma avenida. Os bancos vazios contornados por uma madeira velha e carinhosa, compunham a paisagem do casal ao meio da trilha branca :

— Você vai gostar. Envolve violência contra uns robôs. Armas de brinquedo e etc. - Comentou gesticulando dois joystick’s. — Fora que deve ter algum jogo de dança para zerarmos. - Acrescentou com a risada abafada por conta do tecido escuro. 

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