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Mensagem por Il Jang Seul em 15th Outubro 2016, 9:28 pm



ASLEEP
Apesar do céu quase cinza, uma promessa foi feita e tinha necessidade de ser cumprida. Passará no cinema e as postagens encontram-se em andamento.

KIM TAE YOON & IL JANG SEUL


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Re: - nowhere.

Mensagem por Il Jang Seul em 15th Outubro 2016, 9:33 pm

Kim Tae Yoon
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// I know that dreams come true
Quando estavam ambos dentro daquele mesmo quarto, eles tinham uma platéia silenciosa e fiel. Só dos dois, para falar a verdade. As lâmpadas mais atrás da cama ajudavam ao maior, a assistir as expressões do outro com mais nitidez e um perfil que lhe fugiam as palavras de dizer, que não eram capazes de serem reveladas na luz do dia. Era sim estranho, já que a suas descrições Taeyoon passava nem de perto como alguém bipolar ou que sofresse de alguma virulência capaz de afetar o rapaz. Seus lábios se abriram com dificuldades enquanto tentava manter o máximo de equilíbrio possível, na leitura, na mudança do entonar da voz alheia, na visão que tinha e seus pensamentos que muito embora fosse tarde da noite, seu subconsciente ainda estava acordado :

— Ele. - Disse num tom uníssono com a nova frase lida do mais novo, na esperança em que este não se aborrecesse apressando-se para dar continuidade. — Se ele não conseguir ficar com ela até o final deste livro, eu juro que vou atrás deste escritor e ensinar que existem pessoas que se destroem com o que escreve. - Uma risada ecoou firme e crente que estava sonolenta tombando com o rosto um pouco mais para o lado dedilhando um dos números da página num olhar investigativo fazendo um sinal se o companheiro estava bem ou se desejasse descansar. — Prometo que amanhã quando a minha voz sair desta rouquidão, lerei quantos capítulos quiser. - A face se ergueu profusamente contra o pescoço pálido que era banhado por um reflexo azul que jorrava de suas costas. Os lábios pressionaram-se ali demoradamente enquanto parecia vir uma investida sorrateira da língua para o acalmar. Quando foi se afastar, Jang também beijou a lateral do braço do namorado puxando ambas as cobertas claras para próximo desde o chamando para os braços com os olhos lacrimejados de sono :

—  Estou consumindo demais do seu tempo de sono. Pode se atrasar para ir treinar. - Acrescentou abafado com a aproximação que tentava abraçando com os olhos atentos contra a janela cor creme. - Amanhã, podemos fazer o que desejar. Para me redimir. - Ambos adormeceram logo em seguida.

[...]

Jang não se lembrava ao certo como coisas estas aconteciam. Ele dormia, aprofundava-se no sono não importando-se a quem estivesse por perto e após um tempo ao amanhecer, era constantemente decepcionado com a imagem da ausência de Taeyoon. Não que necessariamente se sentisse totalmente inútil ao perceber os reais motivos entretanto, via-se fraco. Nunca conseguia acompanhá-lo na mesma proporção dos tipos de deveres como zelar os meninos como uma família.  

Às vezes também refletia que, Tae era difícil em muitos aspectos ; Esclarecimento, pensamentos, modo no qual levava os acontecimentos e inacessível. Bastante inacessível. Isso consequentemente fazia Il enlouquecer ou melhor, procurá-lo mais vezes. 

Claro que suas mentalidades não puderam se estender por mais um tempo. O corredor emitiam sons alegres e agitados denunciando que o dia havia chegado. Recordara-se muito antes de dormir que a ideia do dia era o cinema. De certa forma lhe parecia ser arriscado porém, logo confortado pela alusão que seriam apenas ambos. 

Como se a noite chegasse bem mais cedo. 

Tratou de tomar um banho e vestir-se o mais rápido que poderia. O sorriso imaculado diante do espelho era uma terrível visão a ser engolida. Lá fora, frio e nublado seriam as duas combinações que precisava. Cria fervorosamente que como outras vezes, veria o rapaz quando descesse as escadas. O ranger dos pés e o sempre ajustar desengonçado dos óculos, denunciavam a sua chegada. O queixo se ergueu vendo os primeiros rostos do dia com um aceno livre com a mão, os cumprimentando. Todos os bons dias coletados.- apesar do próprio ter precisado se aproximar por trás do maknae para vê-lo com mais nitidez.- menos de quem esperava singularmente. 

Um suspiro o abandonava quase como habituado a causa até virar o maxilar para a cozinha. Avistou de primeira, cabelos escuros caídos pouco a frente do rosto denunciando uma postura aparentemente sentada. Seus pulsos se prenderam permitindo apenas que leves passos fossem dados rumando próximo ao balcão, encostando pens um lado os braços lançando um olhar cauteloso :

- Desisto de pensar que posso acordar cedo e ver você do meu lado. - Conferenciando baixo, mantendo os olhos presos ao que o mais novo fazia. Os dedos brincaram momentaneamente ao que parecia ser um arranjo, retirando a armação escura deitando próxima a uma xícara. - Está frio lá fora… - Comentou distanciando-se com uma carícia rápida contra o dançarino encaminhando-se para a porta de entrada. 

 Tomando um cachecol vermelho, Jangseul manteve-se em silêncio demorando certo tempo para esboçar algum sinal. Desde que se entendia, sempre fora cuidadoso então tentar dar um laço perfeito ao entorno do pescoço mil vezes era natural. Ora ria e outras aborrecia-se também. Batucou com o dedo no portal da porta, ansiado cruzando os braços assistindo a uma pequena reportagem local. A cabeça pendeu em seguida molemente onde desejava fazendo uma pergunta tipicamente sua :

— Está tudo bem?
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Re: - nowhere.

Mensagem por Kim Tae Yoon em 16th Outubro 2016, 9:19 am

wish you were right here
Como sempre, era um prazer inenarrável estar com Jangseul. Era o momento de apenas nós dois. Eu e ele juntos, lendo um livro até o sono vir ou o horário de treino chegar. As vezes gostaria de que pudesse apenas prolongar este tempo e permanecer ao lado do vocalista do grupo, ele me fazia tão bem. Esperava que no mínimo, fizesse com que ele se sentisse assim também.

Os olhos caminharam até os lábios que Jang e depois para os olhos, estava concentrado no que ele diria, algumas vezes o líder não era de fácil leitura e nunca era previsível o momento em que isto ocorreria. Logo veio o riso baixo e não tão escandaloso, embora duvidasse que os outros estivessem dormindo. - Escreva seu livro, Jang. Eu o lerei com maior prazer. - Pisquei para o mais velho e sorri, admirando o jogo entre a luz azul e as sombras pela face alheia. Era uma obra de arte. Com cuidado, peguei o celular e tirei uma foto dele e depois o guardei. Fiz que não com a cabeça e voltei a encará-lo. - Apenas o habitual, deve cuidar de sua voz também. - Sorri e encolhi um pouco o pescoço por causa do beijo e o fitei. Jang era tão atencioso e carinhoso. Enfiei-me lentamente entre seus braços e selei nossos lábios. - Não fez nada de errado, Janggie. - Afastei um poucos os lábios e depois os uni novamente para um beijo calmo. A destra pairava sobre o peito dele, deixando os dedos fazerem movimentos repetitivos para uma carícia. - Mas gostaria de assistir um filme com a sua companhia. Se não o incomodar. - A última acomodação tinha sido apenas a forma de como dormiríamos abraçados naquela noite.

...

Pouco tempo depois do sol já ter se erguido, já estava acordado. Tinha coisas para fazer, como a comida dos meninos e cuidar deles até onde estivesse dentro do meu alcance e um pouco mais. Antes de sair da cama, deixei um selar na testa de Jangseul e levantei com cuidado para não o acordar. Ele tinha quase tanto trabalho quanto eu como líder do grupo.

O café da manhã já estava pronto e faltava apenas o líder ali conosco, mas não queria o acordar. Seria bom que ele descansasse até quando conseguisse. Depois de terminado a refeição matinal, esperava apenas que ele aparecesse, estava nervoso com a ideia de sair junto com ele, embora nos conhecêssemos há algum tempo, fazia tempo que não fazíamos mais coisas como estas. Sentia-me como se estivesse em um primeiro encontro. - Huh? - Girei o corpo na cadeira para que pudesse o avistar e sorri. - Um dia... - Caminhei até ele e o abracei. - ... você vai acordar e eu vou estar lá com você. Depois eu vou fazer um café só para você. E você me terá só para você também... - O sussurro quase falho por causa da vergonha deixou a frase quasse que inaudível. O silêncio se instaurou depois daquilo. Provavelmente ele estava quase tão desconsertado quanto eu, não era toda hora que deixava escapar uma coisa daquela. Então nem eu e nem ele estávamos acostumado com a sensação que frases como estas deixava no ar.

- Um pouco... eu acho. - Sorri fraco, tentando tirar o rubor das bochechas e o segui até a saída, sempre ao lado dele. Não na frente, nem atrás.- Está sim. E com você? - Pisquei os olhos algumas vezes e o fitei. - Deveríamos usar bonés ou máscaras? - Perguntei já pronto de sacar ambos itens. Não é que eu fosse parar para os fãs, mas eu gostaria muito de poder dar atenção apenas e somente para Il Jang Seul naquela escala de tempo.
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Re: - nowhere.

Mensagem por Il Jang Seul em 31st Outubro 2016, 3:27 am

Kim Tae Yoon
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Jangseul manteve-se calado encarando a expressão felicitada do outro. Suas mãos caíram sem vigor e sem emoção, movendo os olhos entre os dois objetos. A soleira aquecia as suas palavras e ele assumiu que, estava numa estranha posição entre escolher ser alguém diferente ou um completo desconhecido. 

No fim, apenas sorriu assoprando algo que parecia ter reluzido a frente de seus olhos, erguendo o braço atônito contra o outro. A máscara parecia desaguar como um riacho noturno, ambos finos e fáceis de escaparem pelos seus dedos. Moveu-os na direção do outro tocando o que existia um pouco abaixo daquelas íris castanhas. O dedo contornava a pele, descendo próximo ao queixo até por um ato quase automático seu, relar contra os traços aveludados e claros da boca. 

 Demoradamente, ele permaneceu fitando a mesma figura vitimando-se pelas sensações frias e tristes que ainda sentia. Taeyoon era adorável de uma forma muito assustadora. Aquilo também poderia sim ser abusivo. Mas Jang usava a sua genialidade para acordar? Não. Ele se recusava como a quem sentisse necessidade de viver nas lacunas num trilho infinito de sonhos. 

 Uma expressão iluminada formulou anuindo somente então, quando percebeu que tratava-se de uma pergunta não retórica :

— Os dois me parecem muito úteis. - Os olhos desceram cuidadosos entre a fenda feita com os dois calores. — Me irrita ficar imaginando que precisamos esconder o rosto como dois marginais. - Murmurou virando a face para a maçaneta pré-aquecida. Não estava nervoso, com raiva ou mesmo triste. Havia algo em Il Jang Seul que não era mais Il Jang Seul. Talvez um pouco empresa, algo meio manager e até mesmo mais adulto. No final, voltou a rir casualmente concordando apenas que subiria o contorno púrpura do cachecol abandonando o prédio com um aceno de mão aos demais esperando nem ao menos, uma devolução carinhosa. 

O dia estava tão contraditório que Il parecia sentir como era o ambiente quando chegou pela primeira vez diante dos garotos. Mais velho, um pouco mais baixo que um dos rappers e como na maneira que se sentiu desconfortável com a lúxuria e comodidade. A demora para ganhar confiança e conversas com os demais, o número de vezes que trancou a porta do quarto modestamente escuro até parar em sua ilustre e quase tão importante realidade, a descoberta de Taeyoon. 

Talvez fatos como aquele, o cantor agradeceria boa parte da vida. Uma família quase tão perfeita como a que compunha com Jongmin. E nestas ações supérfluas, agradecia profundamente ao senhor Hong por mostrá-lo que seu orgulho relutante não levaria sempre para o melhor caminho. Antes mesmo que houvesse a voz acolhedora do dançarino, o tal rolou a chave pelos dedos o chamando em um gesto inarticulado e silencioso com o queixo :

— Ah, você está muito bonito hoje! Mal havia percebido isto quando estava sentado. - Murmurou novamente naquela congestão de polida e aparada. Jang não estava olhando para o mais novo, mas podia sentir os olhos negriosos o seguirem. 

De repente sentiu os dedos formigarem ansiosos buscando as alheias trazendo-as próximas de si. Jang sorriu abaixando a cabeça torcendo que não houvesse empecilhos :

— Alguém desconfiou de algo? - Olhou por um momento para o dormitório procurando acelerar o passo. — Se escutar algo no fundo, ignore por favor! - Exclamou dando uma longa risada rouca tossindo baixo contra o tecido avermelhado.
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