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Mensagem por Lim Jong Hyun em 11th Julho 2016, 1:44 pm



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Começo de noite, o cenário futuro será um restaurante especialista e comidas caseiras. O clima está ameno e não há chances de chover. 

KANG DO YEON & KWON YE JUN


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Re: LIKELIHOOD ▽

Mensagem por Lim Jong Hyun em 11th Julho 2016, 2:18 pm

My body has bruises from the words you told me

Não fazia muito tempo desde que Yejun começou a tirar as suas próprias conclusões com relação ao trabalho. Vivia com muitas pessoas. Umas que o sobrecarregava, que o deixavam anestesiado e as famosas incógnitas. No dia da reunião, justamente a última opção foi destacada com relação a duas pessoas. Uma delas era Doyeon. Mesmo que havia ficado com a postura rígida, não quis esconder a felicidade e satisfação ao vê-la se referir a ele de forma menos formal. Foi assistindo este tipo de coisa que Yejun esperava ver a colega de trabalho ser um pouco mais aberta para as condições dos outros. Imaginava que as coisas que ela faria, seria como se deitar a um divã e ditar as suas loucuras. O que sentia e enxergava, sendo mais clara e objetiva a tudo que queria saber. Esse acontecimento entretanto para kwon, parecia ser impossível ou uma raridade de acontecer.

Seria, uma interessante raridade. 

Estava de noite. Não era nem tão sombria para casacos e nem tão iluminada para roupas grandiosamente chamativas. Era fresca a meio termo onde parando para observar, teria um pouco de Doyeon e Yejun no céu.

Tratando-se deste, que estacionou o carro um pouco a frente de onde a agente morava, observou o horário no relógio perceptível que estava alguns minutos atrasado e saindo do carro, sentiu a luz do poste zunir perto do corpo o revelando. Estendeu a mão para discar no celular o número dela, desviando as vistas para a localidade :

- Já estou aqui fora. Perdoe o meu atraso. - Sussurrou logo desligando. Os dedos batucavam o imerso do carro enquanto a aguardava.
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Re: LIKELIHOOD ▽

Mensagem por Kang Do Yeon em 21st Julho 2016, 8:56 pm


D
oyeon era do tipo que apreciava passar suas noites no silêncio tomando uma boa xícara de café. Após ser convidada por Yejun a um jantar, aceitou, algo que usualmente não faria. A explicação seria que ela estava em um daqueles dias onde era insuportável ter somente a companhia de si mesma.

Mesmo tendo aceitado há algum tempo, Doyeon ainda estava insegura sobre se encontrar com alguém, ainda que na sua mente não fosse exatamente um encontro. Vestiu um vestido preto relativamente justo e de corte simples e colocou um salto da mesma cor. Esperou pelo homem de forma impaciente, Doyeon sempre gostou de pontualidade britânica.

Ouviu o toque do telefone e atendeu sem emoção, eram apenas alguns minutos de atraso, mas para a mulher era como se fossem horas.

-Já estou indo. -Disse sutilmente, quando na verdade sua mente só estava pensando de forma debochada: Huh, você é a primeira pessoa que convida a outra pra sair e ainda se atrasa, congratulations. Suspirou e saiu indo em direção a Yejun.

-Olá. -Disse num tom normal e adentrou no carro, logo perguntou: -Como vão as coisas com suas crianças? -Perguntou por mero hábito enquanto sua mente não tinha nenhum outro assunto eminente.


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Re: LIKELIHOOD ▽

Mensagem por Lim Jong Hyun em 27th Julho 2016, 1:49 am

My body has bruises from the words you told me

Nada de muito impressionável até o instante que a via sair pela porta. Doyeon era uma mulher muito bonita e que fazia seus observadores muitas vezes, ficarem em prejuízos ao tentar descrevê-la. Muito bem vestida e com a velha expressão de comida azeda que fazia Yejun apenas suspirar com um sorriso fraco nos lábios. Tinha uma das mãos nos bolsos e a outra já bem aparada no carro escutando-a com um tom tão direto que nem se incomodou, em demorar para responder com calma :

- Boa noite. - Sorriu brevemente ao se acomodar no banco passando o cinto suavemente sob o peito, ligando o carro para que seguissem trilha a frente. A voz novamente chamou-lhe atenção, fazendo que os olhos rapidamente fitassem o rosto ovalmente pálido e esculpido da agente incrédulo. Kwon parecia de certa forma, aceitar que encararia um árduo instante de silêncio tendo base nas primeiras opiniões que foi capaz de concluir da outra. Felizmente sentindo-se enganado, abriu um sorriso aliviado com os olhos levemente mais puxados que o normal :

- Todos bem. E alimentados agora. Acabei de sair do mercado para comprar o que precisavam, passei em casa para tomar um banho para vir buscar a senhorita. - o timbre era o normal de yejun. Médio, potente e claro nas pronúncias de cada palavra não querendo ver dos outros que o ouvissem, dizerem que não o entenderam. Um perfeito ladrão de atenções. O dedo tamborilou uma vez deixando o corpo levemente vergado sob o volante para observar os dois lados da rua dando disparada quando lhe conviesse. - E suas crianças? As vezes acabo cruzando com um ou outro pelos corredores. São bem educados. - Uma risada involuntária escapou piscando através da armação cor preta dos óculos que usava. Mordeu o canto da boca olhando algumas pessoas atravessarem a rua, até obter uma ideia para dar continuidade a oportunidade :

- Espero que goste de comidas caseiras. Depois que voltei para Seoul, vivi um bom tempo sendo alimentado onde vou lhe levar. Um pouco distante e discreto para que não fique incomodada. - Explicou enquanto, virava o rosto para trás na esperança de ter sido receptivo, mas logo não tardou em voltar-se  pouco mais sério para o que fazia relaxando as costas contra o banco levemente aquecido.


Para o agente, a localidade não se passava de uma casa familiar com um clima rústico e amadeirado. Modéstia parte, admirava profundamente o ar moderno e triste até certos anos ter aplicado em sua casa. Se já chegassem, estacionaria se erguendo para abrir a porta para a outra apontando com o dedo indicador alvo, contra a entrada dando reverênciad aos velhos gerentes que o ajudavam vezes ou outras, com a alimentação de seus manageados.
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Mensagem por Kang Do Yeon em 7th Agosto 2016, 10:13 pm


E
então lá estava o motivo do atraso, pelo menos não era tão ruim quanto Doyeon pensava. Sorriu brevemente de canto enquanto recebia a pergunta. A mulher não admitiria nem que isso custasse sua vida, mas ela tinha afeto pelos seus menageados, eles acabaram se tornando parte importante de sua vida.

-Eles estão bem. No geral são crianças boas, as vezes imaturas, mas tenho que levar em conta a idade deles. -Aquela era mais uma conversa banal, aquele roteiro de perguntar sobre os manageados parecia um padrão entre managers. Doyeon gostava de comidas caseiras por causa da sensação simples que tinham, e também por que passou anos comendo as nada apetitosas comidas do orfanato.  

-Me parece bom um lugar mais atípico. -Disse num tom normal, pela primeira vez sua voz não soava tão indiferente, e sim mais próxima. Até mesmo se permitiu dar um singelo sorriso, tentando tornar aquela situação mais confortável.  

E sem Doyeon perceber, eles já chegavam ao local. Yejun abria sua porta e indicava a entrada, que já lhe dava um ar familiar e aconchegante. Caminhou junto a ele para dentro do estabelecimento, mas observando as ações do outro primeiro.

-Esse lugar é muito bonito, diferente dos outros que vi na cidade. -Comentou olhando para ele ainda sem expressão, dividindo sua atenção também ao ambiente.


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Mensagem por Lim Jong Hyun em 19th Agosto 2016, 9:50 pm

My body has bruises from the words you told me

- Considerarei como um elogio. Deve ser a primeira vez em que trago alguém para cá. Já pressinto a dona me fazendo um interrogatório. - A primeira mudança não lhe era lá grandiosa como de costume percebia em pessoas reclusas ou até mesmo a seus manageados. Anuiu conforme as observações hiperbólicas da outra escolhendo uma localidade próxima a uma janela em que tinha-se frescor. Estendeu o braço a indicando quando fizera um sinal ligeiro contra uma das atendentes se encarregando dos próprios sapatos vergando a coluna para dar-lhe credibilidade para se sentar.

Quando podê encontrar a posição mais confortável, Yejun se sentia sujo ao reparar tanto contra o decote de Doyeon. Necessariamente aquela “aquisição” sensorial lhe incomodava ao mesmo tempo que demonstrasse o contrário. Repousou o cotovelo sob a mesa afrouxando a simples marca da manga para ver os leves ponteiros rodarem ao entorno dos números :

- Se eu for bom de memória, não a vi na moon j. Como estava? Estive tão apressado para não parecer que chutei a coberta que me esqueci deste detalhe. - Esboçou um sorriso agradável no rosto deslizando as vistas para as opções. Era quase difícil o ver ser seletivo com as coisas como alimentação e relevando a esta imagem, não delongou os múrmuros da atendente apenas mantendo o de sempre como sempre. 

Sabido de uma suposta ameaça de silêncio, abraçou com os dedos a superfície gélida do copo elevando próximo aos lábios quando encarava a água : 

- A propósito, está muito bonita esta noite. Inesperada que se arrumaria para sair com um simples amigo de trabalho. - Ao deixar o copo a mesa, seus olhos piscaram incessantes contra os detalhes da mesa. Como se nunca houvessem as reparado ou tocado. Apertou com as pontas pálidas o guardanapo dobrando sob o colo :

- Sei que isso é ser inconveniente Doyeon. Você nunca ensejou nem uma vez, ser algo próximo de alguém por mais insignificante que pudesse ser. E sinto muito por este tipo de coisa ocorrer. - Os comentários estariam sendo impostos cedo demais. Yejun não ficaria calado em mensão de ser um jantar. O plano do convite já era algo totalmente contrário a uma simples refeição. Por vezes o incomodava a maneira em que a mais nova se impusesse tão fria a relações interpressoais. Ou um trauma ou uma prevensão. Mas do que extamente? 

- Tenho muitas questões que gostaria de tratar fora diversão, é claro. - Aquela pausa causada de repente tornou-se perigosa ao ver a expressão séria do mais velho revendo todas as observações feitas. - Nunca me citou sobre a sua família. - O tom emergiu íntimo como percebeu na entrada do restaurante. Fitou-a curioso vendo-se como um espelho contra os olhos alheios. 
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Mensagem por Kang Do Yeon em 3rd Setembro 2016, 11:10 pm


D
oyeon deu um sorriso fraco, em sua visão Jonghyun parecia se dar bem com todo mundo, bem diferente dela. Por um momento pensou que talvez fosse esse o motivo do encontro, que o mais velho talvez a tenha achado miserável por sempre ser sozinha e como uma pessoa boa resolveu fazer uma "boa ação".  

Mesmo esse sendo apenas um pensamento seu, não conseguiu deixar de ficar levemente irritada, odiava que as pessoas tivessem pena dela. Sentiu o olhar sobre o seu decote, não ficou desconfortável por que sabia que essa era seu instinto, o problema é que Doyeon também tinha um instinto, no qual a fazia querer deixar as pessoas constrangidas.

-Você parece distraído, Mr. Lim.
-Disse olhando diretamente para ele, mexeu em seu cabelo enquanto mantinha a postura perfeitamente alinhada. Ele estranhamente notou sua ausência na empresa, algo que Doyeon certamente não esperava. -Estive bem, só precisava resolver algumas coisas. -A verdade é que ela naquela manhã tinha tido uma crise de depressão, não era algo que ocorria com tanta frequência, mas quando acontecia, ela tinha que faltar o trabalho e tentar ao máximo não fazer qualquer besteira.

Analisou o cardápio minuciosamente, fazia tempo que não comia comida de verdade, por isso queria escolher bem. Ouviu a voz do homem novamente quebrar o silêncio, sorriu de canto e o respondeu:

-Obrigada. -A palavra amigo ainda lhe parecera estranha, para ela colega ou conhecido faria mais sentido, mas tentou não exagerar na dose de amargura. Ouviu o mais velho voltar a falar, de uma coisa Doyeon tinha certeza: ele era muito corajoso.

-Não precisa sentir muito por nada.
-Diz com um tom seco. Ele estava certo em partes, ela realmente não gostava de ter proximidade com ninguém, mas não gostava de pessoas apontando os aspectos de sua personalidade, ainda mais quando essas a faziam como se tivessem pena. E lá se vem um tópico mais interessante: família. Com certeza Doyeon estava muito animada em falar daqueles que ela mais odiava em todo o mundo.

-Família? -Deu um sorriso cínico. -Não sei muito sobre eles, faz mais de 20 anos que não os vejo. -Disse numa naturalidade que chegava ao ponto de ser desagradável, mas seus olhos que ficavam brilhantes por causa das lágrimas que ela segurava denunciavam que ela estava fingindo estar normal. -Imagino que esteja curioso, mas não existe nada de grandioso na minha vida. Vivi no orfanato até me tornar de maior, depois procurei emprego enquanto vivia por aí, e acredite, me tornar manager não foi muito bem uma escolha, alguém que não tem um grande currículo acadêmico não tem muitas opções. -As palavras saiam de forma áspera, lembrar de tudo aquilo apenas atrapalhava sua mente que já estava conturbada.

-E você? Imagino que tenha crescido em um ambiente familiar feliz. -Disse com sorriso e tom debochados.


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Re: LIKELIHOOD ▽

Mensagem por Lim Jong Hyun em 11th Outubro 2016, 11:57 am

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Havia poesia na ironia envenenada de Doyeon e no silêncio sepulcral de Lim. Algo indevido, uma barreira de confronto quebrada, um sorriso assassinado e agora, um assunto íntimo. Ele não se incomodava em nada, com o timbre agressivamente seco da mais nova e aquelas péssimas devoluções de preocupações. Jonghyun a cada erguer do copo para os lábios, emitia um som incomodado entretanto sem delongar os olhos contra os dela :

— Isso é péssimo. - Disse no último repousar do copo quando por fim percebeu que os serviriam. Me faz ficar curioso. Pateticamente, curioso. - Entonou em agravo deixando o timbre gerido de observações escapar. Ousou segurar os hashis com certa violência encostando o cotovelo no tampo claro da mesa sustentando com a livre, o queixo. — Minha família é a família de herdeiros de casamentos fracassados. Mas como disse, provavelmente é algo desinteressante. - Não havia problemas alguém ter problemas familiares. Isso as tornariam de certa forma interessantes e desejosas para se integrar, pensou abruptamente calado. Ao lubrificar os lábios e reerguer as vistas, tinham coisas que se encaixavam como peças de um diorama. Doyeon não estava agracejada com isto. Realmente haviam formas que poderia enterrar isso e conclusivamente Jong sabia que nunca a viu antes de ingressar na empresa.- certificava então que existiam antes e pós atos, que relativamente o preocupava imaginando virulências e opressividades.- no entanto abriu mais um sorriso de forma que condensa a taxa salgada e fria já imposta sob o jantar : 

— Veja bem. Agir de forma fechada com pessoas que transmitam o contrário, iria somente a atrapalhar. - Tomou o copo com os dedos enfraquecidos aproximando novamente com protuberância da boca. Equivocando-se a maneira dela, Lim manteve algo como um protestar de comodidade de maneira, que o fazia ficar mais desperto na Doyeon-de-semanas do que na Doyeon-do-decote-aparado. — Um dos reais propósitos destas minhas intromissões são porque realmente veja muitos interesses na senhorita. Vi na reunião, vejo aqui nesta mesa com a sua risada. Fatos muito improváveis de que possam ocorrer novamente. - Murmurou. A sua continuidade não era das mais recomendadas. Jonghyun porém sentia que, reconhecer sua frase seguinte seria algo que afundasse o jantar. — A mim pelo menos. Gosto de você Kang. Muito apesar eu não saiba se isso é recíproco ou não… - Encaixou. As íris castanhas foram próximas a fachada quando o mai velho interpôs um dedo a frente da têmpora direita :

— Falar sobre isto em uma reunião era inconveniente. Em algumas saídas simples em que estive com o senhor Dong, enxerguei que precisava falar sobre isto. Não que seja algo que forçaria, mas Doyeon? Pelo menos pensaria nisto? - Involuntariamente este ergueu ambos os palmos um a cada lado da louça inclinando os glóbulos com atenção. — Somos adultos. É um fato tão correspondente como qualquer outro. - Suspirou.
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Re: LIKELIHOOD ▽

Mensagem por Kang Do Yeon em 15th Outubro 2016, 8:57 pm


E
le estar curioso a fez soltar um sorriso, não um bonito e sincero, e sim um que expressava indignação. Era como se sua vida fosse um livro, para os leitores era uma experiência interessante a história cheia de sofrimento e reviravoltas, mas para a personagem principal tudo aquilo era perturbador.

-Como imaginei.
-Pronunciou amargamente, já que previamente havia imaginado que a vida dele não era tão movimentada como a sua. Doyeon agora o ouvia tentando lhe aconselhar, o que ela considerava bastante detestável e a fazia odiar o momento que abriu a boca e falou sobre sua vida esperando que ele fugisse, e não que começasse uma sessão de terapia.

Ouviu tudo até o final, embora não estivesse levando aquilo para a vida. Estava apenas se preparando para dar uma resposta que fizesse Jonghyun entender que eles não estavam em um filme ridículo onde ela iria mudar de atitude e tudo ficaria bem, por que todo aquele papo era muito simples e bonito para quem não viveu todas as coisas que a fizeram odiar a vida.

-Eu entendo que está tentando fazer o bem, mas não é assim que as coisas funcionam
. -Falou com a voz mais controlada do que esperava. -Ainda que eu fosse alguém com uma imagem divertida e radiante, eu ainda estaria odiando cada dia, memória e pessoa. Mr. Lim, depois de passar por todos os tipos de coisa, tentar fazer amigos ou até mesmo viver não se tornam pontos importantes.

Ela mantinha-se distante as palavras até o momento que ouviu a última frase. As palavras "gosto de você" tinham um efeito estranho até mesmo em Doyeon. Ela sempre teve respostas pra tudo, mas naquele momento precisou de alguns segundos pra retomar a consciência. Jonghyun era certamente diferente das outras pessoas, e a mais nova ainda não tinha certeza sobre o que achava sobre isso. Doyeon naturalmente o achava atraente, mas sua mente passava tanto tempo ocupada que nunca tinha parado para analisar como se sentia em relação ao mais velho. E ainda havia outro motivo pelo qual não podia aceitar uma pessoa gostando dela.

-Jonghyun, você é uma pessoa boa, e por isso não deveria gostar de uma pessoa como eu. Por mais que você tente crer em toda essa teoria de mudança, estamos velhos demais para acreditar em contos de fadas. -Disse com a voz ríspida. Depois de anos Jonghyun foi a primeiro pessoa a se aproximar e tentar verdadeiramente lhe ajudar, mas Doyeon sempre acreditou que as pessoas eram o que estavam destinadas a ser, e seu papel no final era ser amarga e infeliz.  

-A comida daqui é muito boa. -Disse após dar uma colherada no prato a sua frente, tentando desviar o foco do assunto e esquecer tudo aquilo. Por mais que sua mente tentasse negar, havia um motivo dela ter ido a um encontro que não fosse de trabalho pela primeira vez.


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Re: LIKELIHOOD ▽

Mensagem por Lim Jong Hyun em 11th Novembro 2016, 9:55 pm

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Jonghyun manteve o olhar resoluto apesar de suas íris se desconectar a um breu irreconhecível perante a mulher. Doyeon era intrigante contra seus fatos, uma aparência que detinha um ar convidativo entretanto a natureza subsônica de sua voz logo afastavam as pessoas. Lim, ficou naquele perâmbulo faziam meses desde que conseguira ingressar na empresa. Logo ela falava retomando a mesma sensação de que distante fosse muito melhor do que próximo. Isso fervilhou o agente a certo ponto de escutar todo o diálogo fazendo sinais negativos com o rosto, quase como uma opressão a ordens governamentais. 

Observou-a digerir o prato com um sorriso puxado nos lábios, ora passando as mãos na extensão do pescoço para que pudesse sentir-se levemente satisfeita pelo gosto, outra o mandando um olhar de confusão. Curiosidade e insana vontade de jogar as coisas ao ar, brigavam furiosamente dentro do seu corpo. 

"Eu sinto muito que você não tenha sido verdadeiramente amada e que isso a tenha tornado cruel." , foi o possível que conseguiu pensar na coexistência de pensar que Doyeon possivelmente por um fraco minuto, pudesse ter sido uma garota totalmente diferente do que se tornou. Voltar a aqueles pensamentos, enrolavam Jonghyun de uma maneira que o fazia querer se embrenhar mais adentro buscando as respostas de perguntas que nem sequer haviam sido feitas. Ele respirou, sorriu, ficou sério, mas nada justificava perfeitamente o que seu comportamento queria expressar :

—  Existem pessoas sozinhas em todas as partes. - Sempre existiu. Sempre existirá. —  Estou me saciando somente com a possibilidade de que você… O quê? Mas veja, está se parecendo com uma adolescente indecisa. Estou sendo encoberto por surpresas. Uma atrás da outra, pelo visto. -  Não conteve no entanto, uma vontade insaciável de rir. Sua garganta pediu impiedosamente para isso, logo novamente deparou-se com a face enfastiada da loira anuindo emudecido quanto ao elogio da comida :

— Como disse ; Um ar de comida familiar feita por uma das mais saxônicas daqui. - Comentou mesmo cético de que esta muito provavelmente não desejasse voltar ao lugar pouco depois que fossem embora. O mais velho largou pela última vez o talher encerrando o prato com o olhar totalmente voltado para baixo de uma forma pensativa, quase que relutante na franca suposição de desvendar aquela confusão compulsiva da auto-estima de Kang :

— Pessoas boas geralmente se atraem a coisas que elas necessitam de complemento, Kang. - O seu tom levara a um grau sério, aparentemente exaurido após o ambiente ter pesado pela cadência de palavras da mais nova.- era por tais motivos que as vezes, Jonghyun dava-se totalmente a permuta de dialogar mesmo debilitado. Ele era desta forma sempre debilitado, nunca cansado.- delongando um simples giro da superfície amadeirada entre os nós de seus dedos sempre corados. — Não vejo razão alguma, se incriminar desta forma por um mal de família. Acredite, as coisas são tão simples quanto pensa. - Eu espero que todas elas sejam, para falar a verdade. A miríade de estar perto dela, finalmente entre dois. Entre as vozes que não fossem mais convidativas, da mera verdade de que estavam sendo únicos mesmo que um refletisse um reflexo completamente contrário do outro. 

Lim Jong Hyun, você está pensando muito nisso. Mas não demonstra nada mais do que preocupação. É fútil, já que se acerca deste detalhe sensorial todos os dias a fitar pessoas muito mais novas do que o presente momento. Você poderia no mínimo, ser verdadeiro. Suspiros :

— … e é com esta frase conclusiva, que retorno nesta tecla. Nada de contos de fadas, apenas algo que um homem e uma mulher da nossa idade, do nosso trajeto de vida querem. Assim como sinceramente desejaria que pensaria nisto, eu quero estar perto de você e não por isto. eu. - Seu dedo patenteou o próprio peito. — Gosto de você desta forma. - Apontava para ela. —  Não seria apenas fácil, aceitar o que digo ao invés de fugir? Por favor, eu não quero soar arrogante. - O queixo ressequido apenas inclinou um grau a mais para um movimento transitório de posso ficar com isto vindo de uma das receptoras do lugar. As unhas cravejaram abaixo do queixo olhando para as mãos libertas de objetos ovais, pensando em como colocaria um ponto na tamanha ocasião que mais tarde, o deixaria com bolsas pesadas debaixo dos olhos :

— Eu tenho profundo interesse, na sua solidão. - você, ficaria comigo?
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Mensagem por Kang Do Yeon em 25th Novembro 2016, 8:49 pm


C
onseguia notar que a expressão do homem não era muito agradável, e era estranho que ela começava a se sentir mal, o que nunca tinha sentido mesmo depois de fazer diversas coisas desagradáveis para terceiros. Sua expressão estava neutra, mas por dentro um tipo estranho de nervosismo a corroía, depois de perceber que podia sentir um sentimento como remorso, era como se sua mente relutasse a aceitar que ainda lhe restara um pouco de humanidade.

Ser comparada a uma adolescente não era legal, embaixo da mesa cerrava o punho esquerdo, mas felizmente depois de crescer violência física não continuou a ser um hábito a ela. Comia silenciosamente, a comida era bem mais fácil de digerir do que as palavras de Jonghyun. A risada era uma incógnita para ela, talvez ele achasse aquela situação muito absurda, por que pelo menos Doyeon achava. A última coisa que esperava na vida era estar num jantar de teor levemente romântico discutindo relação.

-Um lugar de história. -Sorriu um pouco forçada, voltando a comer logo após o comentário. Pelo menos dessa forma acabaria logo e poderia ir para casa recuperar parte de sua consciência que acreditava ter ido embora no momento que aceitou o convite.

Como esperado, não era o papo sobre comida que mudaria o assunto da conversa naquele dia, então, dessa vez resolver ouvir mais seriamente o que o mais velho tinha a falar, por que sabia que se fugisse do tema, a conversa nunca iria acabar.

Uma coisa Doyeon não poderia negar: Jonghyun era excelente em dissertação. Para Doyeon era estranho ouvir que alguém gostava dela, sabendo que sempre acreditou que não merecesse sentimentos como este, entretanto, ouvir isto também lhe era estranhamente bom. Ele estava certo sobre ser mais fácil aceitar do que fugir, o problema é que fugir fazia parte do instinto da loira, principalmente quando se trata sobre sentimentos.

Como se as últimas frases já não tivessem sido o suficiente para quebrar parte da camada de proteção que Doyeon tinha, a última lhe deu um curto-circuito. Não sabia se falava ou o que falava, teve que dar uma longa inspirada antes de responder.

-Jonghyun, creio que ainda vai demorar um tempo até que eu possa considerar aceitar alguém dessa forma na minha vida. -Hesitou antes de continuar.- Mas sendo sincera, em algum ponto eu comecei a sentir algo por você, eu não sei definir isso exatamente, e falar algo assim acaba com meu ego. -Acaba de dizer e dá a última golada na bebida.  

-Está tarde. Acho melhor irmos agora, amanhã temos que estar descansados para cuidar das crianças. -Disse calmamente.


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Mensagem por Lim Jong Hyun em 8th Dezembro 2016, 3:15 pm

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Diferente das hipóteses que Jonghyun já aparentava ter concluído pelos olhares, ver Doyeon finalmente usando o bel-prazer da calmaria o deixou em estado de alarde. Havia algo estático, pois na ação em que percebeu a voz dela se aliviar, o alvoroço dentro de si também se acalmou. Concisamente também, ele percebeu que um sorriso voluntarioso cresceu nos seus lábios. Com intensidade atribui-a um olhar cético a uma única coisa; Estavam entrando em um entendimento e limpando por uma última vez os lábios, se ergueu querendo acompanhá-la de volta para o carro. Suas mãos deram um louvar contra a maçaneta puxando com resistência com a tamanha especulação formada naquela noite. Durante a volta, o carro se firmou em um completo silêncio sendo divisíveis a música baixa do carro e o vento frio que pareciam roubar todas as palavras que poderiam trocar. As luzes dos faróis banhavam os olhos do homem enquanto de uma maneira ou de outra, tirar um prontuário da mais nova. Porém, nem seu rosto estava exposto, sendo sempre voltado contra a janela.

Quando chegou bem a frente da propriedade de Doyeon, Jonghyun desceu do carro batendo quase num movimento involuntário de sua mente traçando um arco para que abordasse a maçaneta novamente fazendo o mesmo trejeito de permití-la passar.

Assim que escutou o som do salto escuro da outra colidir contra a calçada, seu corpo fora para trás enfiando uma das mãos dentro do bolso e outra esticada em um gesto silencioso de cumprimento. Kang nem ao menos vira a sombra de seus dedos dando a Lim, ousar uma aproximação perigosa. Sua respiração pesou, como se algum osso dentro de seu corpo tivesse se partido e nestas conclusões clínicas, cutucasse a sua parte vital. Não existia consciência, seu corpo apenas foi e livre, saboreou com o tato, o gosto da anatomia dela. Dos lábios finos que manifestavam oposições, raras gentilezas e bons dias tão frios como noites de inverno naquele país. Sim, Jonghyun elevou a mão pelo maxilar da outra, liso e macio. Sentiu o perfume se mesclar com o seu apesar de não ser apenas uma aproximação silenciosa a se tratar de duas pessoas. Os ouvidos dele ficaram surdos ao deixar cada ponta da mão escapar pelos cabelos louros da mais nova. Foi ótimo conhecê-la, Kang. - As poucas palavras foram pronunciadas lentas quando os lábios dele ainda tinham uma árdua ficção aos dela. O ar foi consumido por ambos. 

A Jonghyun, que se formou em Londres, possuía uma carreira instável e crianças de boa compreensão, não tinham como explicar como o ar se tornou um objeto tão valioso para ser roubado como bem particular. Este inclinou a coluna decidido percebendo que a rua não possuía movimentação bem como ela havia indicado ser tarde e aproximou o rosto com mais precisão. Ele se certificou que depois todo o tratamento ganho, seria triturado ou escorrido até a última gota pelo ralo.

Ele sabia, mas não contestaria que a conversa da noite não o tenha despertado ainda mais. Os filetes pálidos se agruparam no dedo indicador e maior, selando cuidadosamente o campo minado. Sentiu a superfície tremeluzir bem como a sua e uma vibração de puro agrado e gratidão perpassar pelos afluentes sanguíneos. As pálpebras pesaram expulsando as areias de um sono gostoso que vinha chegando. Por força, seus lábios comprimiam em uma dança aventureira comemorando o gosto, apertando o próprio punho fechado no abdômen em casos de defesa maior, jornadeando contra a testa pálida que refletia a luz vacilante do poste lateral :

— Se você ficasse feliz e sorrisse, - Os pés foram para trás tão - bem como o restante dos um e oitenta e dois de altura do agente -, dando uma inclinada reverência suspirando ao encontrar os glóbulos no sapatos logo, a oferecendo uma curva gentil com os olhos. — eu me sentiria feliz e saberia que tudo que disse, foi muito bem ouvido. - Deu as costas puxando a porta do carro, usando todo o mesmo ritual da ida. Antes de subir o vidro observou-a e enquanto tivesse cada traço facial escondido pelo vidro preto, sua personalidade,- como o mais sincero pedido de desculpas pelo ato estupidamente juvenil e inconveniente - sorria:

— que isso tenha sido um ótimo exemplo, que não são todos que pensam assim. - E foi embora. Ele provavelmente levou todo o trajeto, pelas luzes da cidade, pensando em como esta se portaria dentro da Moon j. Ela com certeza praguejou e se perguntou o motivo de tanta persistência. Por outro lado, mais tarde ambos foram adormecer ; Cada qual, um espaço ficou vazio. O lençol não bagunçou e nem denunciou qualquer indício de segunda pessoa. 

A dúvida, dormiu abraçada aos dois a noite toda e partiu assim que amanheceu. 

ENCERRADO

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"I can taste it, my heart's breakin', please don't say That you know, when you know I can't take it, I'm inpatient, tell me baby Now I know, you should go"
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