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Mensagem por Gwang Han Sol em 29th Junho 2016, 9:10 pm



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A cena se passa em uma extensa avenida durante a noite. Cada 3 minutos de passo, existem lacunas abertas como corta caminho (becos) e que não possuem nenhum tipo de iluminação. Pelo horário ser às dez da noite e ainda estar chovendo, o ar frio afastou grande parte dos moradores fazendo com que um simples sopro, crie um eco.

Local : Área periférica.


HAN KYUNG-SOON & GWANG HAN SOL
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Mensagem por Gwang Han Sol em 30th Junho 2016, 1:40 am

- Don't blame me if I lose control

A sua cabeça latejava com força fazendo com que simplesmente evaporasse da boate com uma das mãos próximas a testa. Hansol era uma incógnita que não merecia compreendimento. Sempre acabava afastando os demais por conta do seu jeito.

Assim que depositara os pés para fora do estabelecimento, seu corpo começou a umedecer. Chuva. Inferno. - Balbuciava baixo andando de cabeça baixa pela a rua. Literalmente em muitos sentidos, não estava no seu dia. Provavelmente ficaria na rua para não escutar os verbos educados de Yuji.

Em meio a luz clara dos postes que o zunia, seu corpo parecia tremer com pouca pressão até sentar-se na beirada da calçada para respirar :

- Droga. - Murmurou entre os dedos estreitados contra os lábios. Os fios castanhos caiam a frente dos olhos e o coro da jaqueta finalmente ganhou um efeito contra o chamuscar das investidas artificiais. Não demorou muito para que se erguesse e desse continuidade ao caminho. Sabia bem que tinha que sair dali, mas para onde?

Recorreu por fim aos becos. Eram tão escuros e silenciosos. Aquilo só não o convenceu a dar meia volta e meter-se em algum restaurante porque talvez aquilo já era uma rua inabitável. Ao se encostar na parede decorada por tijolos avermelhados, seu rosto se ergueu para o céu percebendo a linha horizontal das telhas encobrirem perfeitamente o rosto, ombros e uma mínima parcela do peito. Apalpou as próprias nádegas retirando um pequeno cigarro. De certa forma, este não tinha o costume de fumar entretanto, ia ser uma corrida a algo que lhe beneficiaria por um momento. 

Pronto. Agora não era mais um Hansol bravo. Era um rapaz que fazia uma x coisa para sentir y coisa e não cometer um z que o faria lamentar mais tarde. As vezes queria pensar que era um simples rapaz de 22 com direitos de curtir e errar outras, cair na realidade de 25 e ser tratado a altura. Ou pelo menos, conquistar a coroa que sempre pensou ser sua.

A fumaça esvaia de seus lábios e a compostura relaxava. A íris castanha parecia estar sonambulas ao fitar as moscas que cruzavam a lâmpada. Suas pálpebras pesavam e abriam como uma flor duas ou três vezes seguidas :

- Que noite de sorte né, seu mané.
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Mensagem por Han Kyung-Soon em 30th Junho 2016, 12:08 pm



Vestia uma jaqueta de couro forrada com uma pelagem branca, parecia carneiro, mas es sintético e me mantinha aquecida, uma blusa branca, uma calça jeans preta e uma bota de couro também preta, além do guarda-chuva amarelo, pois era o único que era grande e cabiam ao menos 2 pessoas disponível em casa. Sorte ter visto a previsão do tempo antes de sair.


O ser que deveria me encontrar não apareceu, me dando um belo bolo, acabei comendo sozinha, ao sair do local reparei que estava chovendo, maravilha, pego meu guarda-chuva, e o abro, andando, observando os carros passando, as pessoas no quente dos restaurantes, até ver uma sem guarda chuva, eu conheço aquele ser de algum lugar, ao virar do corpo para entrar num beco, BANG! Hansol, não é que ele sempre aparece nos melhores momentos? Estou começando a achar que Seoul é um ovo mesmo.


Sigo para o mesmo local, lentamente e sem fazer barulho, entro na entrada do beco e reparo na fala dele, pelo visto éramos ambos azarados, mas é como dizem, sempre tem alguém pior que você. Digo num tom calmo e suave, o observando, apoiada na parede logo no início daquele beco.


-Devo concordar com você... Quer um pouco de cobertura?


Fiquei ali esperando ele responder alguma coisa, não sou obrigada a sempre dar os avanços, mas ele fuma? Nossa, melhor dizer a ele que fumar dá impotência... Ou fico calada, fico calada, guardo o veneno para depois, riu no pensamento, meu rosto denuncia que pensei em algo venenoso para falar, porém guardei para mim mesma, falando outra coisa um pouco risonha.


-Pelo visto você teve mais azar que eu hoje, mas pese, não é você que está segurando um maldito guarda-chuva amarelo para mais de uma pessoa sozinho, as pessoas ficam olhando...


Me aproximo e deixo ambos cobertos pelo guarda chuva, o observo, esperando sua reação. Olhando bem em seus olhos, meu rosto era calmo e sereno.

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Mensagem por Gwang Han Sol em 30th Junho 2016, 12:52 pm

- Don't blame me if I lose control

Idas e vindas e um som de passos para bem no início do beco. Han apenas abaixou a cabeça, pendendo com o cigarro para frente ainda fortemente aceso. Uma voz também acompanha a sonoridade branda dos sapatos. Era ela. A mão pálida do rapper segurou o rolo para a sua última tragada antes de atirar contra a parede que o olhava, virando o rosto profusamente. Em um borro inescesante, viu uma faceta maquiavélica :

- Kyung. - Sua voz se dispersou ao vê-la se aproximar o encobrindo. De certa forma ela estava estranhamente calma. Hansol não sabia qual a palavra para defini-la no momento até descer a íris e ver como a mesma se despojava :

- Eu estou bem. Me parece que alguém deu um bolo hoje. - O tom de voz rude era descartado por um bem calmo. Não havia porque ele ser grosso naquelas questões. Ela não estava insinuadora ou então, da forma tão viva de antes. Praticamente era o ser que o outro iria conhecer mais tarde. 

Sempre acaba assim…

O corpo do violinista esquivou-se da jovem mulher olhando para a rua. Sua sobrancelha arqueou pelo menos uma vez antes de voltar o corpo a ela. Vivenciava o mesmo papel ; O cansado, o rabugento e etc :

- Seja lá quem for o babaca ou a babaca que fez isso, acho que dispensou a chance hoje. - Seu timbre era direto e firme. Não demonstrava grandes raios de importância ao que ocorreu anteriormente agora olhando para o chão molhado. - Perdeu uma linda mulher. - O rapaz fez questão de levantar ambos os olhos e encará-la no rosto. Intimidador ou não, Gwang sempre usava algo de efeito seja frase ou ação, pareciam quebrar aquela onda que sempre passava :

- Venha. Vamos fazer algo divertido. Acho que posso recompensar o que o serzinho deixou de vir fazer. - O braço foi erguido a pedido de um encaixe. Poderia já ter bebido e ficado corado com isto, mas o que era o àlcool ao preço de não fazer nada?
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Mensagem por Han Kyung-Soon em 30th Junho 2016, 5:07 pm



O olho sorrindo do que disse, rindo meio amarga, realmente estava tão escrachado que havia levado um bolo? Acho que sim, ri e fiquei o observando ir em direção a rua, saindo do abrigo do guarda-chuva. Parecia até um MV de música de gente sofrida, perdedora ou de corno, ai ele se vira, reparo que não está mais com o cigarro na mão, arqueio uma das sobrancelhas até ouvir o que ele disse.


Agora eu era uma linda mulher? Parece que aquela única noite deu palavras suaves e elogios para a boca de Hansol, sorri torto com o elogio, lógico que ele falava o óbvio, mas não jogaria na cara dele, não depois de ver ele erguendo o braço e a chamando para fazer algo, dou de ombros e ando até ele, com passos confiante e firmes do que queria, pegando a mão dele no lugar de dar o braço, falando enquanto entrelaçava minha quente mão com a pedra de gelo que era a mão dele.


-Parece que alguém ficou vermelhinho... Vamos, mas por enquanto segure minha mão... Aish, quer saber...


Solto a mão dele e entrelaço nossos braços e a pego novamente, porém pondo o guarda-chuva entre elas, o olhando ainda meio desconfiada.


-Então, para onde vamos?


O encaro nos olhos, ele era fofo corado, pelo cheiro havia bebido, maravilha, era a única sóbria no recinto, da ultima vez que ele me viu eu estava alterada e numa época em que não me controlo, deve estar estranha esta Kyung, mas até ele parece estranho, o veneno dele estava mais suave.

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Mensagem por Gwang Han Sol em 30th Junho 2016, 7:13 pm

- Don't blame me if I lose control
Hansol observava a moça e concluía, estava realmente mudada. A causa era tão óbvia que era simples afastar da linha de pensamento. 

Não sabia ao certo, se fosse um tremendo sortudo ou um grande azarado. Limitou-se a respondê-la, apenas lançando um olhar afiado contra o rosto alheio. Respirou olhando a volta com dificuldades ainda que muitos lugares estivessem acesos :

- hum. - seu tom era cantado de forma pensativa. Já havia bebido, ela poderia ter jantado, ele fumou e ela poderia estar agora querendo matar um. Bom ou não, o violinista precisava de um lugar mais calmo. Ali no meio poderia ficar irritado. ( já não era novidade vindo dele ) Seus glóbulos varreram cada uma das calçadas até fitar o parque no final da rua. Lá tinha uma fraca iluminação sob o luar, algo que poderia contribuir para uma x conversa ou uma y briga. Hansol sempre pensou que brigaria com ela. Quem sabe isso fosse algum encosto?! Só rindo ironicamente mesmo :

- O final da rua. O que me diz? Lá tem aquele parque. Acho que podemos, conversar. - Sua mão parecia tomar o cabo do guarda-chuva como se aumentasse a estatura.- Deixe isso comigo. Será capaz de não enxergar nada me transportando junto. - Não dando cerimônias, Gwang começou a andar com os mesmos olhos para frente e com a mesma feição diurna.
 
Para aquilo não ficar em um silêncio sepulcral, o mesmo desenterraria ou faria qualquer assunto. Se conseguisse ficar sem paciência com muitas vozes, com um ar de filme mudo também :

- O que a fez ir até o beco e ter me abordado? Passar muito tempo aqui, vai parecer um inverno. - Indicou rapidamente para atravessarem com um tom baixo ativo algo que quisesse para começar de sua boca e ser morto assim que chegasse aos ouvidos da moça. 

Assim que pudessem entrar na pequena passarela do parque, seu nariz respirou e os lábios inspiraram profundamente :

- já veio aqui de dia? Geralmente fica lotado. Tem umas famílias tão esquisitas que fazem piqueniques. - Comentou sem muita animação até virar a face de encontro da dela.
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Mensagem por Han Kyung-Soon em 30th Junho 2016, 8:41 pm



Falo uma cara de incredulidade mista com sarcasmo e segurando o riso, conversar, sei, parque de noite num clima frio, conversar? Ele quer que outras coisas conversem, não que eu ache ruim, seria até bom, compensaria o bolo que levei.


Ai ele toma o guarda-chuva e segura, apenas me limitei a olhar a ação arqueando uma sobrancelha, juro, se ele roubar meu guarda-chuva taco algo nele, ou corro e bato neste moleque, a, não, ele só tá fazendo altura, solto um suspiro acalmando meus nervos, calma Kyung, não se irrite, lembre, ele não tem culpa de você ter levado um bolo, não que saiba, xiu, pare de pensar em complôs.


O silêncio paira, até ele cortar o silêncio com sua voz,  me perguntando sobre a razão de ter o abordado no beco e ouvi atenta o comentário sobre o clima, ri e coloquei minha mão no ombro dele, apoiando a cabeça enquanto encarava o caminho a frente, seguindo seus comandos tranquilamente. ele estava meio ensopado.


-Vi suas costas e achei familiar, ai quando vi você entrando no beco reconheci o rosto, como está chovendo, achei que deveria dividir o guarda-chuva... Sabe, como pessoa que vivem da voz não podemos nos dar o luxo de banhos de chuva nem adoecer.


Faço um gesto de que era só por aquele motivo mesmo, mesmo sendo difícil de acreditar, era a primeira vez que abordava alguém sem nenhum intenção múltipla acima de duas. Então olho o parque, pera, eu já estive aqui antes, aperto seu ombro ao ouvir sua pergunta e comentário, retiro a cabeça e dou um tapa em seu ombro.


Minha feição é de quem queria estar morta e o olho desconfiada, mas ai o olhar muda apenas para curiosidade, enquanto respondo na defensiva. Principalmente com o comentário, estalando os dedos, numa silenciosa ameaça.


-Sim já estive aqui, como disse, com minha família esquisita, mas geralmente venho pegar sol aqui quando estou de ressaca, é um lugar bem calmo...


Aponto para uma direção e digo certeira com uma poker face, memórias que queria esquecer vieram, daebak.


-Por ali tem uns bancos cobertos, possui uma iluminação boa, durante a época de chuva e frio eles mantem o local com paredes de vidro e aquecedores.


O olho e passo meu braço dentro do dele, o guiando para o local e digo meio irritada devido a temperatura dele e o molhado dele passando para mim.


-Aish, tinha que ficar na chuva, que frio do ca**@@@! Ao menos lá tem maquina de bebidas, espero que não tenham acabado com o álcool... Muito sóbria para ter paciência...


Dou uma risada da minha própria frase, abrindo a porta e entrando com Hansol, retiro meu casaco e o jogo num banco, revelando a blusa grossa e branca de mangas cumpridas e colada no corpo, ando até o banco retirando uma carteira e parando na frente da máquina, mandando, sim pois precisava beber para ficar agradável.


-Tire seu casaco, está molhado, fique apenas com as peças mais secas e depois coloque meu casaco, vai ajudar a aquecer seu corpo... DAEBAK! Ainda tem bebidas decentes!


Dou palminhas de empolgação e compro umas 3 cervejas para mim e um café quente para ele. Num braço estão as cervejas e na mão livre entrego o café quente dizendo o olhando nos olhos, meu olhar era sutil, mas minha voz não.


-Beba, vai ajudar.


Me sento no  chão, abrindo uma das cervejas e começo a beber, o encarando, se ele acha que vou perder um show de strip dele e a cena dele usando meu casaco folgado, ta muito enganado, to no camarote vip.


-As câmeras do parque não pegam o que acontece aqui dentro, fique tranquilo, só ficarão gravadas na minha mente...


Solto uma rizada maliciosa e divertida, era realmente bom ser má, pobre rapaz, reze para eu ficar bêbada logo, então indago.


-O que quer conversar? Algo específico?


Então fiquei ali, o apreciando, pois ao menos a visão dele trazia umas lembranças bem quentes.

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Mensagem por Gwang Han Sol em 1st Julho 2016, 11:43 am

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- tsc. Não me importo muito com a minha voz. - ele dizia enquanto parecia assistir um trailer de emoções - tenho certeza que conseguirei fazer outras coisas se fosse embora da empresa. - se uma dar certezas que cogitavam livremente dentro do corpo de hansol, esta não era ir embora da empresa. Não era mais um simples menininho. Se fosse embora, estaria literalmente na rua. 

Ao chegarem no parque, sua pergunta fora recepcionada por um tapa e vendo as expressões dela, parecia ter vivido bem mais que um piquenique. Mas ele não entrava em questão. Não lhe importava no momento.

O conselho eram entrar numa espécia de cabine, o que fez o rapper apenas seguí-la. Quando entraram ele já parecia notar diferença. Ela queria beber e ele apenas riu sarcasticamente de sua fala :

- Vou acabar de cueca neste lugar. - Suspirou retirando a jaqueta e a blusa como segunda pele, deixando o copo dela sob o chão onde também se sentou observando a jaqueta alheia.- Eu vou acabar é estragando a sua jaqueta. - Soltou uma risada abafada folgando com a cabeça para trás onde apoiava-se no banco. Um novo problema ; O que falar com ela? Da última vez pouparam comentários. Aliás era impossível conversar naquele lugar. Os dedos tamborilavam o chão até tornar o olhar totalmente devoto a respondê-la :

- Sobre qualquer merda que vier em minha mente. - Entonou de forma que parecesse fácil, contudo parecia sentir algo vago ali por dentro. Como ele não tinha essa capacidade tão simples?

Como uma espécie de veneno, Han pensou no comentário das câmeras e então usaria de forma certeira para iniciar um possível diálogo :

- Espera. Ao que disse sobre as câmeras, já teve uma cena embaraçosa onde precisava saber disso?! - Era algo sem muito nexo a dizer, porém parecia ser mais divertido do que fazer daquilo um refúgio de fracaçados. 

Rastejou-se para próximo dela olhando para fora e para a luz que os pairavam. Tocou a cabeça na superfície do vidro e disse calmo e tão claro quanto a energia solar :

- Por garantia, queria que a minha presença aqui no frio e a esta hora, sejam apenas coisas de um sonho. - Suspirou vagamente.
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Mensagem por Han Kyung-Soon em 1st Julho 2016, 1:17 pm



Reviro os olhos em cada fala que ele dá, bebendo a cerveja, olhando para ele com uma cara de tédio. Então coloco a cerveja no chão, o olhando com uma cara não tão feliz ao ouvir que falaríamos do que viesse na mente dele, sério? Você me chamou pra isso? Sem nada preparado, eeh perca de tempo...


Ai ele solta um comentário venenoso do meu conhecimento, então digo sorrindo venenosa para ele.


-Uma vez dormi com um policial que sabia disto, o resto foi pura observação...


Volto a beber e escuto a fala dele, o olho rindo e pergunto um tanto curiosa.


-O que deu em você para dar uma de poeta? E não se importe, o casaco é folgado, aproveite enquanto ele está quente.


Volto a beber virando a lata, então a amasso com a mão, transformando numa bolinha, aquilo ajudava a acalmar, arremessando certeira no lixo adequado, viro para ele olhando para a mesma direção que ele olhou no vidro, num tom pensativo, mas verdadeiro.


-Cuidado com provocações, se não seu sonho pode virar um pesadelo...


Todos sabiam do meu problema comportamental, minha mão já abria a nova cerveja, olhando a latinha se abrir, dando um sorriso, adorava o som de latas abrindo, me lembram sons de pratos de bateria.

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Mensagem por Gwang Han Sol em 1st Julho 2016, 5:54 pm

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- Eu estou bem. - Dizia em um tom conclusivo quanto a sua temperatura. Escutá-la sobre a aventura, o fez bufar apertando a própria nuca escutando ora um riso, ora um ar puramente venenoso em sua fala :

- Hoje acordei afim de fazer umas coisas por aqui. - Limitou-se a explicar. Era comum esconder o que fazia por debaixo dos panos. Não devia coisas a ninguém a não ser a si mesmo. Hansol abriu um sorriso depressivo e alegre virando a face contra a dela olhando-a se deliciar com a cerveja :

- E quem faria isso ser um pesadelo?! Você? - Seu tom não ultrapassava do rabugento. O corpo se espreguiçou como se houvesse enorme prazer para a frase seguinte. - Acho que não. Não faz a menor diferença. - Um de seus olhos piscaram com a investida direta da luz artificial fazendo pender a cabeça. - Mas ai? Faz tempo que não a vejo na empresa. Mudei o meu horário, mas pensei que ainda a veria. Treinando muito? - Inquiriu retirando o maço do bolso, como se contasse a pares, os rolos restantes.

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Mensagem por Han Kyung-Soon em 1st Julho 2016, 6:25 pm



Bati a lata no chão e disse depois de bufar de irritação, ele tocou num assunto delicado, a rasão de não estar aparecendo muito na agência, maravilha, parece que ele é o último a saber de tudo, respiro fundo e ergo a cerveja a encarando, era visível que estava irritada, mas isto era bom, extravasar faz bem.


-Digamos que voltei ao cargo de treinee, mas estou agora me acalmando sabe, meu antigo grupo decidiu se dividir antes mesmo de debutar ou até mesmo definir algo, então acho que seguirei solo, se não os anos vão passar e eu perderei minha chance. Tirando a pressão da empresa, da minha família que tem nome no ramo da música e além da própria pressão da sociedade, eu estou ótima.


Okay, o final era rico em ironia e ferocidade, mas eram verdades, eu só aparentava estável por fora, mas por dentro eu estava desmoronando, pedaço por pedaço, peça por peça. era como um jogo de pecinhas de dominó caindo uma sobre a outra lentamente, enquanto assistia minha desgraça. Virei a cerveja toda de vez, a coloco no chão me levanto e piso nada delicada na latinha, dando um longo suspiro de alívio, jogo a latinha acertando o cesto novamente e me sento, jogando o cabelo para o lado o encarando, falando mais calma.


-Só falta você me dizer que não sabe minha fama na empresa, escolhi Red porque é uma cor que me representa, ao mesmo tempo que representa a paixão representa a ferocidade, e devido aos meus problemas de controle de raiva, é a palavra que me descreve melhor. Agora fale um pouco, preciso me acalmar se não não calo a boca e posso acabar te agredindo fisicamente, convenhamos que nenhum dos dois quer isto, ao menso você ainda treina.


Me sento enquanto falo e depois me aproximo dele e deito minha cabeça em sua perna, fazendo um exercício respiratório para me acalmar, ao menos naquela posição não via a cara dele.

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Mensagem por Gwang Han Sol em 2nd Julho 2016, 5:53 pm

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Ora Hansol, tocou na ferida? Que gracinha. Apesar de ele mesmo as vezes gostar de ver as pessoas se dando mal, aquele momento fez sentir raiva. Não dela, mas de si mesmo por estar sendo daquela forma. A escutou passando o dorso dos dedos aplanando sob a testa :

- que merda. - sussurrou ao assisti-la arremessar a pequena bolinha da lata amassada contra o lixo. Um calor se conduziu a seus ombros olhando eficazmente para as bochechas dela. Parecia ter alguma coisa, mas novamente não fez questão alguma de culminar algum passo. Respirou com força como se amortecesse os inchaços de seus pensamentos até o timbre o salvar mais uma vez :

- Criativo. Bem, não quero falar nada sobre isso. - Gwang pela primeira vez estava hesitante. Sua mão se estendeu até os cabelos dela, não os puxando, mas fazendo uma acaricia afável para mantesse-se quieta. Mesmo que a ação fosse a mais efetuosa tomada, seu olhar ainda era de puro gelo. O tsc que era em momentos aleatórios, passaram a acontecer com mais persistência :

- Tsc. Tsc. Fica fria. Eu sei como é. A minha temporada está sendo uma droga, em não ter ideias para composições. Esqueça isso beleza? Foi mal ter mencionado nisso. - Encostou a cabeça na cúpula olhando para a lâmpada baça escorregando com os cinco dedos nos fios loiros.
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Mensagem por Han Kyung-Soon em 2nd Julho 2016, 9:13 pm



Fecho os olhos sentindo a caricia dele, meu coração que estava para explodir de raiva se acalma, todo meu corpo se acalma com seu toque, suas falas, sua voz, mas que porra é essa? Kyung não vire trouxa, por favor, ele não presta, você não presta... Droga, pior que combinamos, mas não tome decisões nem ações que a façam se arrepender depois, fico calada por um tempo, apreciando o carinho e ao sentir seus dedos deslizarem por meu rosto abro os olhos, deixando minha cabeça em seu colo, o encarando, cara a cara, não tão perto, mas ao menos via o corpo dele até chegar o rosto.


-hmmm, Hansol, se quiser, posso te ajudar, dizem que dois perdedores são melhores do que um, bem, não que eu vá fazer solo mesmo, Chiara ainda quer fazer par comigo, somos boas juntas, mas seria interessante dividir um palco com você, ao menos ambos sabemos tocar um instrumento, arrebentamos no rap, eu sei dançar e cantar, sou gostosa, bom material para uma parceria, mesmo em um feat que não leve crédito, ao menos te ajudaria, não se reprima, você tem talento, sabe, nós dois somos diamantes cintilantes, pois apanhamos tanto da vida, que deixamos as palavras transmitirem o que somos, sendo elas refinadas ou não, o que nós temos de mais interessante é sermos ambos losers e imperfeitos, exalamos swag e a badass air que poucos conseguem naturalmente, além do mais, você é a imagem do badboy que muitas garotas querem dormir com porém você ainda não achou alguém para mostrar seu lado bom, como agora, nunca esperaria que você fosse capaz de dar carinho para alguém, principalmente para um quase ninfomaníaca, com problemas de raiva e descontrolada como eu, sabe, você é um dos primeiros que eu vejo mais d euma vez de certa forma nu, o primeiro que mesmo me dando vontade de socar na cara, tento me acalmar para não o fazer, minha mente está uma confusão, não me sinto assim desde a última vez que em convidaram para sair de um colégio. Dawn, eu falo muito, pode pegar aquela cerveja que falta? Se quiser um pouco, ique a vontade, digo logo, das mais fortes daqui tá bem fraquinha.


Dou uma leve risada, relaxando o corpo e então, indo mais para ele, deixando minhas costas encostarem no abdômen dele, soltando um longo suspiro. -Mas que merda eu acabei de falar, estou seriamente confusa, nem me droguei nem nada, será que a cerveja tá vencida? Não, se não estaria vomitando e não falando coisas gays. Arg... Por que eu falei isto para você, você me passa uma segurança estranha, ah, me desculpe pela ultima vez, foi ótimo, mas preferia que não tivesse estado no estado que estava e me aproveitado de você... Por mais estranho que pareça eu sou uma boa pessoa, mas ser uma bad bitch é mais divertido... arg...- Me sentia irritada, então me sento em seu colo e coloco minha mão eu seu rosto, o virando e dando um leve selo, entava claramente confusa, solto seu rosto, apoiando minha cabeça em seu ombro e pergunto, mostrando ainda mais minha confusão.


-Que diabos eu acabei de fazer?

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Mensagem por Gwang Han Sol em 3rd Julho 2016, 3:42 am

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Seus dedos se desprenderam no mesmo minuto em que escutou o discurso. O par de pupilas dilataram descendo o olhar contra o dela como se houvesse alguma corrente elétrica que conduzisse energia entre os dois corpos. Seus lábios se suspenderam em uma torcida com as primeiras frases logo soltando um suspiro que indicava relaxar assistindo a movimentação acordada dela próximo a ele :

-... Carinho não deve ser distribuído como algo sem valor. - Disse arqueando uma das sobrancelhas logo caindo em realidade sob o uso duvidoso de suas palavras. - Foi isto que aprendi onde estive. Apenas isto. Além disso, nunca imaginei como seria trabalhar com você Red,geralmente prefiro fazer a meu embargo, mas bem seria… Interessante. - Cada sílaba parecia pular de sua boca com liberdade contudo, acidentalmente indicou preocupações com tudo que dizia para ela ali. Em algum momento mesmo que vagamente rápido, imaginou que aquilo poderia ser usado como uma arma futuramente a um ponto, que não seria forte o bastante de parar o gatilho na mão dela. Seu peito fez um relevo ao respirar com grande profundidade ainda dando-lhe atenção :

- ir para cama consigo apenas sinalizando um dedo. Gritar ou convencer alguém é uma merda enorme. Ou você quer ou não. - Os braços tornaram-se rijos ao abraçar a lateral dos braços dela de forma… protetora?

Virou a face onde estava a lata tentando estender o braço a entregando. Seguidamente fez um sinal negando ao convite :

- Parece que passaram uma série de tiroteios na minha cabeça. Aquela música. - A voz ressonava dessa vez com um eco que o fez se perder por finos instantes girando as orbes pelo recinto até parar contra aqueles mesmo olhos castanhos. Mesmo com o impacto que suas visões pareciam receber, não removeu um dedo da mão e nenhuma parte da extensão do braço :

- está se desculpando por besteira. Relaxa. Vou fingir que isso entrou por um ouvido e saiu pelo outro. - Comentou tendo em seguida um corte direto ao outro dia. Foi uma noite divertida e que não teve confusões. Era tipicamente uma noite do estilo de hansol. Nada de prisão, se for para fazermos, faremos e pronto acabou.

 Seu coração palpitou com força ao pensar se deveria fazer um sinal positivo como aceitamento das desculpas, ignoraria ou se também expusesse sua opinião. Para o horário e a sua situação, tudo conspirava para deixá-lo mais falante :

- eu entendi pela forma que veio até mim. O seu cheiro também. Não ligarei ok? Faço o mesmo esquema. Também não fui nenhum don juan com você. - As bochechas se avermelharam em proporções de como seguiria o diálogo sem lamurios vindos por ela. Outra ação fez com que Hansol despertasse em defesa todavia sua guarda logo descia vendo que ela não fizera algo violento. 

Um toque desliza na lateral do rosto. A mão está gelada pelo atrito da lata e suas mãos antes nos braços dela, seguiram até a cintura a segurando. Seus lábios foram tocados instantaneamente não dando tempo para piscar o que fez uma força descomunal se sobrecarregar na ponta dos dedos rosados e aquecidos pelo back. Parecia ter sido o gosto mais refrescante sentido da noite. Algo que não o deixou com vozes torturantes na cabeça.

Quando sentiu o queixo ir de encontro a seu ombro, seus olhos se fecharam porém, percebia-se estar acordado pelas pálpebras que moviam-se ágeis em um pensamento rápido a pergunta. 

Merda. Mil vezes, merda.

As pernas flexionaram-se furtivamente a comando de uma longa paz reinada ao calor abafado do cubo. O palmo que estivesse mais próximo, pesquisou as costas dela em um abraço simples e apertado. Os lábios viraram-se entreabertos na altura da orelha alheia :

- estou mexendo com o seu coraçãozinho? - A face se afogou no mesmo sentido da dela causando um pequeno atrito, chance perfeita para que selasse demoradamente a pele dela em uma aspiração sutil. 

Continuar com a questão poderia ser excitante ao mesmo tempo que aterrorizante. A outras conjeturas, Hansol não desfez a postura tão próxima. Agora o que crescia, era apenas medo. Medo de estar gostando daquilo e se submeter por um pedido de mais :

- Isso pode ser a bebida. - A frase saia esganiçada. Querem ver a bobagem? Era o que sua cabeça estava abordando a ponto de não só encerrar o caso como também, ser totalmente oposto ao código de honra dito na boate meses atrás. - Você é maluca. Vou acompanhá-la até o dormitório depois. Segurança. 
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Mensagem por Han Kyung-Soon em 3rd Julho 2016, 12:18 pm



Nem eu entendia o que ele fazia, as reações dele apenas me deixavam confusa, porém segura, o que era estranho, era para eu estar socando a cara dele num ponto deste, mas eu estava calma, confusa e agora sendo abraçada, mas que diabos está acontecendo, ele está, sentindo meu perfume? Minhas mãos moveram sozinhas, envolvendo o tronco dele, processo por um tempo o que ele diz, em silêncio, ai ele pergunta se está mexendo com meu coração, acabo rindo, pois era algo realmente engraçado de ouvir, pois eu realmente não sabia o que responder.


Escuto que pode ser a bebida, riu provando que não, aquele misto de não e de pare de falar nonsense numa risada só. Viro minha cabeça, depois a viro para o lugar, um gesto de quem arruma os pensamentos.


-Agradeço, mas eu não durmo nos dormitórios, ao menos que esteja me chamando para dormir no seu... O que normalmente aceitaria se não estivesse num impasse mental.


Me afasto dele sem soltar seu corpo, o encarando, olhando nos olhos e dizendo sem pensar, ela falo e depois penso, sempre foi assim.


-Eu não sou a única estranha aqui, nós dois estamos muito errados... Deixe-me testar uma coisa.


Minhas mãos vão para o rosto dele, o puxando até o meu, lendo nossos lábios, num beijo lento e que fez meu coração disparar, não usava este tipo de beijo desta forma, com... afeto? Sol seu rosto e solto suas mãos levantando pegando a cerveja restante e virando-a dizendo antes.


- Mas que... depois de beber olho a garrafa, perdida e muito confusa. -Mas que merda... Será que você está certo? Por que? A vida dá voltas demais para eu entender isto sóbria...- amasso a lata e vou até a lixeira jogar fora, me encosto na parede de vidro e fico o olhando dali, tentando organizar os três milhões de pensamentos em minha cabeça, que diabos eu acabei de fazer, ainda estou com guarda baixa e confortável com isto? Que porra é essa no meu estomago? Não pode ser, então faço aquela cara de quem finalmente entende, escorregando pelo vidro cobrindo o rosto com a mão, tinha que ser logo ele? Eu não preto mais que ele. Isso não vai dar certo.

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Mensagem por Gwang Han Sol em 4th Julho 2016, 3:32 pm

- Don't blame me if I lose control
 
- Estamos fudidos. - Corrigiu olhando-a friamente. - Só que um pelo outro. - Suspirou pesadoramente enquanto a via ter uma nova tentativa. É. O que não era desejado, se veio a tona e Hansol só poderia ver calado, como sempre das vezes em que vivenciava algo. Suas pernas relaxaram e ela se ergueu distanciando-se dele o encarando de longe. O dedo pálido do rapper foi contra o vidro tamborilando momentaneamente até tocar com os joelhos contra o piso :

- Isso é algo extremamente besta de pensar. Mas, já parou para pensar se sossegássemos os fachos? - A fala entonada parecia como a de um velho. De certa forma a sua maturidade implicava até nos momentos em que o coração deveria tomar vergonha e se abrir. Ficando de pé, ele tomou autoridade o suficiente de se aproximar dela de braços cruzados. Mesmo que acontecesse algo que o atrapalharia, ele pensava:

- Negativo com negativo, dá positivo. - Entonava pensativo ao se sentar na posição de índio de frente com ela, a encarando intimidadoramente. Se ela fosse capaz de dizer com ar áspero, de seu ser “poético” ia para o direto e as vezes bruto :

- Rolaria ou não? Essa questão se torna pior quando estamos bêbados. Acredite. - Ele ria de uma forma que soltasse a reflexão ao ar. Não seria tolo de se expor a um convencimento já que no seu mundo, sim e não são verdadeiras respostas. 
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Mensagem por Han Kyung-Soon em 4th Julho 2016, 9:59 pm



Tentei falar a pós ele dar as respostas, mas nunca saia nada, olho pros lados frustrada, faço sinal para que esperasse um momento, o olhei nos olhos por este tempo pensativa, a última vez que de fato gostei de alguém eu gritei na frente da pessoa que não gostava, que nunca amaria e acabei entrando numa briga quase sendo expulsa, agora eu estava atraída nesse caminho afetivo novamente, logo por quem eu achava que renderia apenas sexo.


Suspiro longamente, abaixando a cabeça e então com certo receio levanto a cabeça, posso não ter convivência dita com ele, porém somos muito similares, o que nos faz entendermos melhor um do outro sem termos de falar, pois como a profissão manda, falamos o que pensamos e sem filtro, o que acabou saindo da minha cabeça para os lábios.


-Isso vai render muita coisa, boa e ruim, mas somos pessoas que tomam riscos e lidam depois com as consequências, por isto antes da resposta de fato eu digo, é a primeira vez que me fazem uma proposta desta, então em algo mais profundo sou leiga...


Respiro fundo e dou de ombros, dizendo num tom firme e sério.


-Sim.


Reparo minhas maçãs corarem, e reviro os olhos e depois olho para ele rindo e solto uma piada para tentar amenizar o clima.


-Mas que cilada nos metemos... só o que me faltava, ficar literalmente vermelha...


O encaro novamente e mecho no meu cabelo, relaxando o corpo, mas ainda sentia o coração acelerado.


-Então, daremos nomes idiotas um pro outro e o que mais? Sim, é uma das poucas coisas que sei, acho que só isso, nem preto atenção no relacionamento dos meus pais.


Faço uma careta olhando distante, nossa, um assunto que eu me sentia desconfortável antes, estava fluindo mesmo que expondo fatos constrangedores que se desse errado, usaríamos um contra o outro, o que em fez rir.


-Ao menos, dando certo ou errado teremos boas inspirações, ke ke ke.


Encosto a cabeça no vidro e o encaro, mordendo o lábio inferior, ao menos ele era mais másculo e ativo do que o meu primeiro amor que reneguei, então isto o fazia um High End Crush de risco, mas ao menos estamos tentando, quem diria, os seres mais difamados da Moon-J aquietando o fogo pois sentem fogo um pelo outro, que reviravolta.

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Mensagem por Gwang Han Sol em 5th Julho 2016, 12:43 pm

- Don't blame me if I lose control
 
Ele observou ela até o começo da explicação logo descendo as vistas para as próprias mãos. Escutando um sim miudo, os olhos se arregalaram até vê-la completamente vermelha e no pensamento de tentar debochá-la, eis que Hansol também sentia o rosto começar a queimar :

- Corar? Isso é coisa de gente idiota. - Resmungava tapando as bochechas de olhos estreitados logo as descendo murmurante. - Eu sou o novo integrante deste clube. - os glóbulos desnivelavam a imagem que ela tinha. Ele queria gargalhar ou ficar sorrindo, mas a situação era tão estranha de se viver que parecia nem ser dono dos comandos do próprio maxilar. A próxima fala o fez parar do lado dela, deixando uma das pernas flexionadas e a outra completamente estendida sob o piso, reparando na mosca que os assistia da lâmpada :

- Melosidade, vamos parecer ser integrantes de uma companhia de circo vestidos iguais, sujar a boca toda cheia de maionese e dar risada da cara do outro… parece que estou até vendo, sempre jurei que não ligaria para ninguém, mas me parece que internet e o resto irão para você. - Os olhos se cerraram serenamente seguidamente emitindo um barulho abafado com a boca. Não demorou muito para que Han soltasse uma risada grave, tapando o próprio rosto com uma das mãos :

- Por favor, pelo menos nisto, vamos ter mais cabeça. Isso é esquisito demais. - o dedo indicador ficava ao meio dos lábios finos dele, em questão dos raps. Ela tinha razão. Muitas vezes uma decepção amorosa gera boas letras e que possivelmente se tornariam chicletes. Hansol sabido disso, não tardou em fazer dois sinais positivos com a cabeça :

- Verei pelo lado bom. Se eu estourar com uma música deste tipo, a dedicatória já é automática. - Sua voz ressonou abobadamente pelo lugar criando um eco ligeiro, que morreria certamente no ouvido da outra onde ele se vira :

- Isso vai dar tanta merda. Espero rir bastante com você, Red. - Seu punho se fechava dando um soquinho quase intocável contrabo ombro dela, arqueando umas das sobracelhas. - Ou devo te chamar de, docinho? - Gargalha. 
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Mensagem por Han Kyung-Soon em 5th Julho 2016, 7:10 pm



O olhei fazendo uma careta de nojo ao ouvir a palavra "docinho, dizendo como se não reconhecesse quem via, soltando uma risada no final.


-Docinho? Quer morrer?


Dou um leve empurrão em seu rosto, na região da maçã do rosto, como se simulasse um tapa falso e nada realístico. Balanço a cabeça e viro para ele apontando para as roupas dele.


-Não vai se vestir de novo? Suas roupas já devem estar suficientemente secas...


O olho por um momento e continuo a dizer, num tom tranquilo e calmo, pois se desesperar agora é tarde, pois feito é feito e sabemos bem que eu sempre faço o que quero sem voltar atrás.


-Sasser, acho melhor criarmos uma imagem nova, pois eu não estou nada afim de pagar de palhaça melosa e pouco menos me vestir igual gêmeos sem noção.


Ri abertamente do que disse, ouvindo minhas unhas baterem no chão num ritmo, dizendo até animada, o observando enquanto fazia uma certa proposta.


-Que tal caminharmos prum local mais... privado? Não entenda isto como "aquilo", estranhamente não estou afim disto hoje.


Eu realmente não entendia, mas estava me jogando de cabeça num penhasco que não sei como irei acabar, era como ter saído de casa literalmente para algo de uma noite só, encontrar outra noite e fazê-la algo constante, balanço a mão na frente do rosto afastando estes pensamentos.


-Poderíamos ir para minha casa, meus pais estão visitando meus avós, acho que seria algo melhor e mais confortável que os dormitórios, além do mais lá você provavelmente encontrará alguma roupa e posso te dar uma carona depois para a agência, ou para esquina dela... ke ke ke


Ri novamente me levantando e pondo minha jaqueta, esperando a resposta dele, eu ainda estava processando este novo estado de relacionamento, ainda era difícil acreditar que realmente aconteceu e que tava acontecendo.

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Mensagem por Gwang Han Sol em 6th Julho 2016, 1:52 pm

- Don't blame me if I lose control
 
- Odeio padrões. Fique tranquila. - Seu corpo se levantou até os tecidos esfregando-os contra a própria face até vesti-los olhando para ela. Compreendeu ao mesmo tempo que também ousou olhar pelo vidro fazendo um sinal ameno com a face :

- Pode ser. - Fez um tsc pegando o casaco alheio entregando com as duas mãos fazendo uma reverência quase que indo para a saída estreita :

- não sei onde estava com a cabeça de ter ficado no beco. Sobre isto… a esquina não é uma má ideia. Se nos vissem, encheriam as nossas orelhas. - As orbes se reviraram girandoa maçaneta olhandoo céu. Aparentemente o tempo parecia ter amenizado de maneira que o fizesse colocar todo o corpo para fora ajustando-se ao aguardá-la.
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Mensagem por Han Kyung-Soon em 6th Julho 2016, 7:51 pm



Visto meu casaco, o observando, cada palavra, cada gesto e cada movimento, ele parecia outra pessoa agora, dou de ombros e saio do local pegando meu guarda-chuva, rindo, parece que guarda-chuvas amarelos realmente tem um efeito e tanto, quem diria.


Passo meu braço no dele, guiando o caminho, ao menos conhecia o local, melhor do que deveria, mas isto não importa, aproveitava o silêncio e o som de nossas respirações em harmonia com os passos, logo chegaríamos num ponto onde poderíamos pegar um ônibus ou um taxi, enquanto admirava a paisagem pergunto um tanto curiosa.


-Então Hansol, eu tenho ou não sogros? Só por curiosidade, não precisa profundar, basta um sim ou um não.


Claro que eu queria saber deste detalhe, pois ao contrário dele, meus pais fariam questão de saber de cada origem dele, isto que dá ser de família de uma certa tradição, só trabalho desnecessário.

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Mensagem por Gwang Han Sol em 7th Julho 2016, 1:13 am

- Don't blame me if I lose control
 
Assim que ela saiu, Han piscou duas vezes ao ter um dos braços envolvidos por ela onde firmemente fazia presença para suportá-la e começarem a andar. A rua parecia fazer um eco agradável de seus passos atentando-os que a rua ainda estava molhada. Contudo não era um momento de paz que fez gwang estar deliberadamente vivo. Era sobre uma questão feita assim que pareciam abeirar um ponto. 

Escondeu a face nas sombras da noite abaixando a cabeça se desvencilhando do braço dela fazendo com que os seus se cruzassem. Uma questão como aquela assim que ouvida, o fez prender a respiração até que não aguentasse mais. Será? Não sabia. Este tipo de coisa o fez voltar numa questão há muito tempo enterrada e escondida as quatro chaves quando tocada : Por que seus pais o deixou no parque naquele dia? Era bom demais para acreditar que seria só para brincar no escorregador. 

Os dedos pareciam se dobrar fazendo com que estalassem finamente pelo ar. Seu ombro se encostou em um poste e ainda deixando a íris no chão, fez um sinal negativo com a cabeça :

Não. Nenhum dos dois. - O queixo foi empinado quando avistou uma luz difusa a cruzar uma lixeira cerca de cinco minutos antes deles erguendo a mão a pedido que parasse :

- Diga o endereço que eu pago. Para recompensar o café… - Murmurou baixo. Poderia ser uma maneira de fugir do assunto como um vampiro do alho, do rato do gato e de diversos outros exemplos simples ou hiperbólicos que vemos por aí. O ombro rente ao poste, escorregou se firmando de pé indo para a parte de trás do táxi abrindo a porta para a outra. Assim que ela entrasse, este igualmente faria, repousando as mãos em cada coxa com uma carícia frequente e relaxada fitando as imagens que se projetavam da cidade, atrás do grosso vidro.
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Mensagem por Han Kyung-Soon em 7th Julho 2016, 3:24 pm



Fiquei muda, entendendo o recado, algo sério aconteceu e ele ainda não sente vontade ou segurança de falar, deve ser um grande trauma para ele não falar, então respeitei seu silêncio, por mais que quisesse socar ma árvore de raiva, me mutilar não ajudaria, segui os comandos dele entrando no táxi, observando que ele agia igual um robô, maravilha.


Digo o endereço para o taxista, repousando minhas costas no estofado, pondo minha cabeça em seu ombro e dizendo baixo, para que ele ouvisse e o taxista não. enquanto pegava uma mão dele explorava-a com ambas as minhas, ele possuía dedos de quem meche com instrumentos de corda. Enquanto minha mão tinha alguns calos por causa da bateria.


-Desculpe... Você toca algum instrumento de corda não? Eu tentei aprender alguns, mas sempre acabava destruindo depois de algum ataque de raiva.. ke ke ke, consigo tocar mas a bateria me ajuda mais.


As mãos dele eram realmente belas, então continuei a falar entrelaçando as mãos, olhando a outra mão, a analisando, não é violão pois ele não possui unhas longas, nem guitarra, poderia ser violino ou violoncelo.


-Violino? Pois só uma de suas mãos possui calos nos dedos, além que sua postura de sentar não possibilita a chance de ser violoncelo... Se quiser, podemos tocar algo em casa, temos um estúdio lá.


Sorriu e me aninho mais em se ombro, deixando as mãos entrelaçadas em cima de sua perna, olhando o vidro da frente, podia sentir a agitação dentro de mim, mas não fazia ideia do que poderia ter causado aquilo e por que diabos estava sendo tão gentil.


-Nunca achei que fosse ser capaz de ser tão gentil e polida assim, isso é estranho, parece que estou fora do meu corpo assistindo o que está acontecendo, pois eu quase surtei de raiva e não soquei nenhuma árvore ou poste, parece que você é um bom calmante... ku ku ku...


O caminho era de certo modo longo, mas pagaria, pois eu o convidei, nem que ele atirasse dinheiro pro taxista eu deixaria ele pagar.

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Mensagem por Gwang Han Sol em 8th Julho 2016, 2:57 am

- Don't blame me if I lose control
 
O cotovelo pousou próximo a janela deixando com que a mão esquerda junto aos quatro dedos, encostassem em seus lábios os pressionando com uma forma intencional e cansada. Um toque suave em seu ombro, o fez despertar virando a face para o lado onde encarava os fios loiros dela simplesmente se derreterem. As sobrancelhas claras que Hansol costumeiramente detinha erguidas ou franzidas, fizeram uma linha contra ela deixando que o traço de canto da boca, puxassem um sorriso. 
 
Ele estava sorrindo por algo muito, mas muito simples. Finalmente sentimentos o tocavam. Era um novo desafio, não poderia negar. Os dedos que estavam unidos aos dela mais as falas o fizeram forçar contra em um aperto atentamente humilde deixando o relevo do polegar acaricia o dorso da mão alheia :

- Uhum. - Estava aberto a palavras novamente desta vez sendo elas bem revistadas caindo em realidade do seu temperamento conforme o nome, vermelhamente quente. - Aprendi a tocar com o meu pai. - Mesmo que tentasse, aquilo apenas soou distante das possíveis expectativas de quem sabe a rapper criasse de abrir a enciclopédia Gwang. Afável, ele virou a face selando a testa dela se conformando com o que via : Quietinha, observadora e carinhosa. Algo que talvez divertidamente mais tarde não revisse e nem lamentaria. Se fosse se conter com a menina da boate versus a do momento, viveria em constante lucro. Não seria sexo ou beijos. Hansol teria chances de voltar no tempo sem trocar de corpo. Seria exatamente o menino consciente de quatro anos que foi abandonado com o instrumento no parquinho e que contrário da chuva que naquele dia veio o enxarcando dando de encontro com a eventualidade de ir para o orfanato, avistaria uma coreana de pele amorenada bonita e rosto esculpido, se aproximar a passos folgados e uma expressão que gostasse de brincar, estendendo o guarda-chuva loucamente chamativo na cor amarela o salvando e dali pudesse sussurrar asssim que se erguease limpando o barro dos joelhos um muito obrigado. Seria um parágrafo a mais na sua história e que pudesse afastar os anos de filmes mudos perpassados ao longo de seu crescimento :

- Seria interessante. - Dentes pequenos ficaram a amostra e uma inclinação tocante contra a dela se esvaiu. Nunca se viu vivendo uma coisa tão besta e que realmente estivesse aproveitando das etapas. - Mesmo que eu pense que, possa trazer uma confusão tremenda. - O vocabulário também muda conforme a onda batesse com força criando um efeito contra a grossa parede de moralidade de Hansol.

Vou fazer essa pergunta. É muito melosa para ser ouvida da minha boca, mas ok. 

- Kyung, mesmo que lá atrás estávamos caçoando de certos momentos de um… Casal. Você, se incomodaria de viver mais este tipo de coisa comigo? - Os olhos piscaram inecessesantemente pelo menos duas vezes. Tempo suficiente para que revesse o que disse tendo coerência de que acima de tudo após bebidas, música alta e dor de cabeça, fosse capaz de ser completamente maduro para falar com calma sem repulsas.
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Mensagem por Han Kyung-Soon em 8th Julho 2016, 8:32 pm



Sorri, o olhando, era incrível a habilidade de perguntar dos pais dele sem nem saber, mas ele parecia mais confortável e até diria que seguro,então um pedido dele me pega de surpresa, retirando minha cabeça de seu ombro o encarando meio confusa, ele piscava intensamente, respondo repondo a cabeça em seu ombro, erguendo as sobrancelhas, em sinal de surpresa e certa confusão.


-Posso tentar, pois nem eu sei como eu estou fazendo isto.


Era a dura verdade, nós dois estávamos estranhos, sabíamos disto e o mais engraçado que ambos não podiam se ajudar, pois ambos somos zero a esquerda neste tipo de assunto.


Reparo no táxi reduzindo a velocidade, retiro a carteira e pago antes mesmo de Hansol ser capaz de agir, pelo pouco que sabia da vida dele, eu sabia bem o quanto ele era duro e o quanto bem nascida era, não me custava praticamente nada pagar, mas para ele poderia ser uma refeição.


Falo em seu ouvido, abrindo a porta do táxi o fazendo sair quase que a força. -Deixe que eu pago, não fica me devendo, é o mínimo que posso fazer para pagar das gafes.- reviro os olhos, saindo e fazendo sinal pro ahjushi ficar com o troco, abrindo a cerca da entrada da casa, então parando na frente da máquina de senha na porta da casa, então os dedos se mechem rápidos ao lembrar a maldita senha e plim ela se abre.


-Os velhos botaram isto recentemente, mas ainda assim continuo entrando pelo vizinho quando estão em casa.


Dou uma risada animada e abro a porta, fazendo sinal para entrar e sentando num banco logo na entrada da ampla sala, era tudo uma mistura de rustico e vários designs, fotos de várias pessoas desconhecidas a ele, tendo até algumas minhas, aponto prum canto da parede e digo indo, ainda tirando a maldita bota.


-Naquele canto tem umas fotos minhas antigas, mas acho que não seria muita coisa nova, se bem que não viu meu tempo todo como treinee...


Eu havia mudado, não internamente, continuava a menina violenta tomboy e quase nada feminina, mas por fora eu havia tido de mudanças de estilo até de peso, solto a primeira bota, por que diabos fui sair com ela, solto a segunda, ascendendo as luzes do cômodo todo, fechando a porta que apagava a luz da entrada. O encaro e me aproximo dele com uma careta.


-Pode falar a vontade, mas acredite, nunca fiz plástica, acho que foi a puberdade e o exercício físico com as baterias e saídas.


Dei de ombros e ri na parte das "saídas".

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