[FP] Jung Se In

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Mensagem por Jung Se In em 7th Março 2016, 5:19 pm

JUNG SE IN
I NEED A DOCTOR

história

A RUÍNA NÃO É ETERNA

— Luyi… Acho que meu nariz está sangrando. 
— Pare de bobagem, Sein está normal. Você só está assim por causa do sol na cabeça. Toma. - E um livro ocultou minha cabeça por apenas aquela tarde, quando eu e meu irmão voltávamos da escola. Eu nunca tive palavras se quer na vida para definir o que poderia sentir com relação a ele. Na verdade, penso muito que não deveria haver. Quer dizer? Parece que sinto o que ocorre com ele. Sei quando ele está triste, quando está com raiva e quando faz as coisas de propósito. Deve ser por termos compartilhado do mesmo útero antes de ver a aurora da manhã.

Uma vez li num conto japonês que, quando nascem dois irmãos no mesmo dia quer dizer que a alma que deveria ser inserida num corpo foi partida em dois em resposta de ser dois seres. Estes seres cujo comemorarão o mesmo dia de aniversário, terão compartilhados seus sentimentos, algumas de sua visões e acima de tudo, um pouco de suas essências. Isso acontece de forma involuntária por muitas vezes, viverem juntos. Mais para frente quando li este livro no primário, fiquei exageradamente assustado com a forma que abordava o seu fim. Um dos dois sofreriam. Choraria por algo que o outro iria cometer, mas aceitaria logo depois. O depois, era com a vinda de um sacrifício. Acho que deva ser emocional, pois para a idade que no qual li, não permitia algo como suicídio ou que levasse a um grau máximo. 

Nunca mais toquei na capa desse livro, porém sempre em minha memória refresquei a fria sensação que poderia acontecer. Pelas noites quando dormíamos no quarto principalmente na temporada de verão, onde tinham chuvas fortes aqui mesmo em Seoul, ele sempre me acolhia. 

Fui o exemplo de uma pessoa repugnante por ter medo de algumas coisas bobas. E ele me ajudava a enfrentar. 

Nossos pais, eram como o Yin e Yang que  se completavam mesmo sendo diferentes. Ele, era um escritor fazia muitas histórias para os jornais nas quais, eu e Luyi éramos proibidos por algum conteúdo que hoje intrometidamente mexendo em seus pertences, não via nada demais. E minha mãe a épica mulher das rosas, trabalhava de forma caseira de certo cultivava muitas flores o que  sempre foi-se servindo-as sob o banco da bicicleta. Foi com ela que aprendi muitas coisas sobre os sentimentos.  

Vivemos com eles até completarmos 10 anos. Uma idade bem complexa para Luyi e a mim que fomos simplesmente forçados a crescer. Era primavera e iriamos aos campos no interior para ver alguns primos distantes. 

Eu estava no banco de trás junto com o meu irmão quando tudo começou...

Meu pai parecia um tanto nervoso. A lateral de seu óculos estava rachado e o dedo indicador esquerdo de minha mãe estava sangrando.  Eu não entendi de primeira do que acontecia. A melodia que escapava dos meus fones para os meus ouvidos pareciam prever o pior. Acomodei minha cabeça ao que me lembre, bem próximo do vidro da janela e sem querer cutucando o pé de Luyi, fiz um olhar de gato escaldado até sentir o carro frear. Arranquei meus dois fones impulsivamente com aquele solavanco que me fez me mover sob o banco.De repente, via o rosto de minha mãe contra o estofado, um tanto vermelha. Luyi parecia estar de olhos arregalados. Meu pai bateu nela? Foi o que pensei no momento… No entanto, parecia que aconteceu pouco. O nariz dela parecia sangrar e eu nem compreendia a razão. Ele continuava a dirigir em alta velocidade e ela berrava olhando para trás para os nossos rostos em desespero. 

Começamos a chorar, o pedindo que parasse e respirasse até sentir uma dor em minha mão. Virei meu olhar de forma incerta, como se procurasse algum motivo concreto para aquilo até sentir meu pai apertar a mão de meu irmão. Fiquei angustiado até ter em nota, que acabara de avançar contra ele. Minha mão segurava o meu braço e ele chorando, parecia que tombava pela lateral com a direção como se andasse em zigue-zague. 

Como fim, apenas batemos. Amanheci no dia seguinte com muitos fios envoltos em meus braços e na cama ao lado, Luyi adormecia. Minha cabeça enfaixada, dificultava a visão daquele quarto. Lembro-me do forte odor de rosas. Parecia ter um vaso ao lado da minha cama. Foi-se daí que lembrei de minha amada mãe. Perguntei em imediato, mas não fui respondido. Clamei pelo meu pai, todavia só o silêncio me respondia. Uma a uma, após aquele momento três pessoas adentravam a sala. Estavam de preto e levemente abatidas. reconheci minha tia e logo inqueri da mesma forma que antes com um tom mais baixo talvez por ter meu irmão dormindo ao lado, mas que mantivesse a mesma dor.

Todas estavam trêmulas, minha tia parecia tomar frente como uma patriarca falando os pêsames. Sei que somente uma energia dominou meus pulsos que por pouco graças a medicação me faziam me conter sob a maca até começar a chorar. Não percebi logicamente que estive em estado vegetativo por dois dias.  O coma parecia ter me deportado para um estado de pura paranoia. Naquele minuto já sabido da situação, não me pronunciei a nada. 

Saberia que a minha família poderia cuidar de mim e de Luy, mas por um curto prazo. Este curto prazo apenas, não esperávamos que fosse tão rápido. Tínhamos que estudar pela manhã e tarde assim como também logo que chegássemos da escola, trabalhar no restaurante caseiro do interior.
Voltamos poucas vezes a nossa verdadeira casa. Nossa tia obrigava a ir para pegar algo de valor para vender como ganho de uma renda extra para que ajudemos na “comodidade”.
Muito tempo depois, as águas viraram e a exibição da capital ou melhor o coração, voltava-se para o meio artístico. É chato ter que confessar que antes de ingressar, não tinha muita aproximação com as coisas. Quando de noite, não fazíamos a lição da escola eu e meu irmão sempre botávamos mãos na massa na cozinha.  

Nunca pensei que na realidade de hoje e de antes, trocaria o fogão e as massas pelos palcos e as câmeras. Sinto-me muito feliz por isso por outros lados é claro. O dia em que recebi este prêmio, foi no apoio de algumas empresas avulsas, coisas bem pequenas que me auxiliavam no começo de novas linhas. 

As audições juvenis feitas pela Moon J me faziam fugir de noite para treinar. Pobre Luyi que naquele tempo brigava muito comigo com isso. Queria mais tarde recompensá-lo a isso (o que de fato devo ter colaborado 10% para que ele também tornasse-se um famoso). Passei nas etapas muito raspado sempre me arriscando ao freestyle, conceituando tudo que fazia com base em mitos e contos. Sempre gostei bastante de ler.

Quando fui aceito, pendi muito em deixar a minha família e meu irmão no interior. Não queria este tipo de coisa aliás, ele tem sido a segunda parte salva da minha vida. Entre muitas conjeturas, acabei voltando para a saudosa capital. Isso já completados meus 17. Passei parte dos 7 anos com eles, até nessa oportunidade conseguir o meu lugar por direito. 

Hoje moro no mesmo lugar de antes. Parte das coisas que sentia antes e no dia do caso, sinto novamente… Sei que do meu lado, as pessoas que sempre estiveram, poderão contar comigo… Agora trabalho, não tenho mais a mesma rotina. Sinto-me mais cansado além de tudo que já vivi. Porém, o que não esperavam que Sein Daneil, fosse forte… Forte, para não cair...

personalidade
Possui uma personalidade calma, quase a todo tempo atormentadora ou misteriosamente chamativa por não se alarmar facilmente, Sein seria o rapaz que foi largado na estrada buscando esperançosamente o caminho de volta para casa, sempre confiante em algumas de suas decisões e imparcial a outras. Algo que o chama atenção é causar a impressão de tentar ser “fofo” mesmo que por razões desconhecidas, isso pareça ser quase que forçado. 

Em num sentido familiar, ele cuida de quem gosta e odeia com todas as forças seus inimigos sendo o jovem chiclete ao desligado e desinteressado. Cultua um gosto exagerado por itens azuis ou que lembre dias ensolarados.

Algumas vezes pode apresentar-se de forma maliciosa quase que sem pretensões e também no lace de ser um verdadeiro provocador. Gosta de explorar sem dúvidas, os interiores que os rodeiam para usar como arma futuramente.  Também é dotado de uma inteligência artificial bem elaborada que esplaine muitas opiniões a seu respeito. Quem o conhece  a primeira vista, podem ter a leve impressão de ele ser falso, amargurado, sozinho. Tudo não se passa apenas por um papel. Gosta de ter seus momentos, mas também gosta da solidão. - o que é bem pouco, já que ele começa a ter lapsos ruins ao se ver sozinho.  Sein com certeza, é o rapaz que deve passar no inverno pelo simples fato de ter um coração acolhedor, mesmo que precisamente este seja a mentalidade primaveril. 
DANÇARINO & MODELO
20 ANOS
A
BETA ALPHA
MOON J
BISSEXUAL
COREANO
Atributos
VOCAL: 00 PONTOS
RAP: 00 PONTOS
DANÇA: 20 PONTOS
ATUAÇÃO: 10 PONTOS















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Re: [FP] Jung Se In

Mensagem por Someone em 8th Março 2016, 6:38 pm

Fichas
With love, Kaorgie.
Ficha aceita, parabéns! <33

Bem-vindo ao Sunny Days
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