[RP FECHADA/CONCLUÍDA] Memories from years ago.

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[RP FECHADA/CONCLUÍDA] Memories from years ago.

Mensagem por Hong Ah Yeol em 7th Fevereiro 2016, 3:02 am


Ahyeol encontra-se deitado em um quarto qualquer de um hotel, após uma pequena discussão com o irmão. Relembrou-se do passado e naquele momento, chorava com as lembranças. Coberto até a cintura abraçava-se a um porta retrato, mantendo-o sobre o peito nu. Estava frio fora do quarto, mas internamente o ambiente estava agradável.

(RP apenas para Hong Ah Yeol)

Concluída.
 


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Re: [RP FECHADA/CONCLUÍDA] Memories from years ago.

Mensagem por Hong Ah Yeol em 7th Fevereiro 2016, 3:04 am

 


A criança de apenas  4 anos não entendia nada. Não sabia onde seus pais estavam e nem porque sua babá estava na casa à noite, ela sempre ia embora ao final da tarde e isso demorou muito para que ele se acostumasse. O pequeno Ahyeol olhava para a mulher curiosamente, mas ela ainda não sabia explicar nada para ele. Com muito custo, fizera-o adormecer.

No outro dia, o menor acordou e buscando pela casa ainda não encontrou os pais em canto algum. Logo mais, enquanto chegava a cozinha, viu novamente a babá preparando seu café da manhã. Olhou-a e apontou para cima. – Cadê appa? Cadê omma? – A babá sorriu, dizendo que logo mais tarde eles buscariam o pequeno. Ele tomou café e não aguentava de ansiedade, estava bem inquieto.

Pouco depois da hora do almoço, seu pai chegou. Encheu-lhe de beijos e carinho e, então, pediu para a mulher arrumar a criança e foi almoçar. Pouco tempo depois, o pequeno voltou correndo para o pai, eles saíram de casa cerca de 20 minutos depois. Ahyeol sabia que receberia um irmãozinho, mas não sabia exatamente como ele chegaria ou quando.

Minutos depois estava agarrado no colo do pai, com medo do hospital. Desde muito novo possuía esse medo, pois já ficara internado. Seguindo por vários corredores, logo chegou em frente a um quarto. Franziu o cenho. O pai, então, abriu a porta e logo ele reconheceu o corpo da mãe assistindo televisão, enquanto esta mantinha um embrulho pequeno no colo. – Presente? – Perguntou, apontando o embrulho. Em seguida, ouviu um riso do pai e da mãe, esta sorriu para o menino. Não é presente, meu amor. É teu irmãozinho. Ele arregalou os olhos e logo o pai o levou para perto, podendo ver o bebezinho pequenininho confortável no colo da mãe. Horas depois, eles estavam em casa.

Depois desse dia, tudo era festa para Ahyeol. Não queria dormir, pois queria ficar perto do irmãozinho. Beijava sua cabecinha o tempo todo e com muito cuidado, deslizava os dedos curtos e gordinhos pela bochecha macia do irmão. Estava realmente encantado com o menor. Assim como todas as noites, as perninhas curtas corriam até o quarto dos pais. – Omma! Omma! Min! Fome! – Dizia, mesmo que o irmão dormisse.

Era uma cena engraçada e fofa vê-lo tão assustado ao portar o menino menor nos braços. Faltava babar de tanta admiração pelo irmãozinho. Ele mantinha o pequeno em seus bracinhos e tinha muito ciúmes dele. Era o tempo todo querendo segurá-lo e nesse meio tempo, beijava-lhe a testinha e as bochechinhas.

Muitas fotos foram tiradas dos dois.

Pouco depois, todo o amor de Ahyeol foi transformado em raiva. Ele passou muito mal quando o seu pequenininho sumiu. Mas, conforme cresceu, adquiriu raiva pelo pai, achando ser deste a culpa do irmão ter sumido. Sua infância foi bem solitária, após isso. Costumava entrar com muita frequência ao quarto do irmão e até mesmo levou uma foto dos dois para o próprio quarto.

Ele sempre chorava baixo. Ele se fechou. Quando chegou à idade de entender as coisas, ficou pior. Ele se excluiu de todos e de todas. Ia da casa para a escola e da escola para casa, se alimentava mal. Suas lágrimas sempre vinham à tona ao lembrar-se de como era segurar o irmãozinho e sentir o cheirinho de seu perfume delicado. Ahyeol amava tanto seu irmãozinho se nem mesmo conhece-lo.

Em uma revolta com os pais, com tudo, decidiu virar trainer da própria empresa, uma afronta para seu pai. Era isso que lhe trazia momentos de alegrias raros, ver a decadência do pai. Tinha por volta de 16 anos quando começou a treinar e surpreendentemente, apaixonou-se por fazer raps. Ele era bom no que fazia.

Pouco depois, ele forçou o pai a formar um novo grupo. Ele não se importava com os outros, era frio, arrogante, um verdadeiro pé-no-saco. Ele se achava no direito de trata-los daquela forma, por ser o futuro chefe deles. Especialmente Armin. Ah, ele adorava maltratar o moreno, mas também adorava estar com ele nos momentos em que ele sabia ser “a época” do mais novo.

Por azar do destino, ou de Armin, Ahyeol descobriu a segunda profissão do subordinado. O dinheiro do mundo lhe pertencia, ou assim achava, então comprou o prostituto por uma semana inteira. Ahyeol descontou a raiva do mundo no corpo pequeno embaixo do seu. Ele realizou todas as fantasias imagináveis e inimagináveis com ele.

Não se importava com os sentimentos dele, não se importava se estava apenas usando-o como os outros usavam-no, ele só se preocupava em fodê-lo e de alguma forma, mostrar que aquele corpo magro, mas extremamente atraente era seu. Ele fez questão de dizer isso, após uma discussão acalorada entre eles. Mas, o motivo real, era que lhe doía saber que mais alguém pudesse tocar Armin como ele tocava.

O ódio convertido ao pai tornou-se afeição. Pouco depois de tudo isso, ele sabia que Armin não fazia mais programas, estava ali apenas para satisfazê-lo. De certo modo, aquilo o agradou muito. Ele amava o garoto e tinha certeza disto. Nunca tratou de esconder do pai que tinha algo com o trainer e sabia que o mais velho não faria nada para impedi-lo. Andava agarrado à cintura do menor e exibia-o como uma aquisição.

Até o dia em que descobriu pela boca do pai que aquele garoto que ele tanto maltratava era seu irmão. Seu adorado irmão. Àquela noite, ele bebeu, bebeu muito e não voltou para casa. Nem mesmo sabia onde estava. Após curar a sua dor emocional e física ele seguiu para o dormitório. Encontrou-se sozinho com Armin. Ele chorou, chorou muito e apenas via que Armin não entendia ou fazia-se de desentendido.

O abraço que dera no recém descoberto irmão foi algo aterrador e por um momento sentiu-se sujo ao saber que havia maltratado, tocado e ferido o próprio irmão, seu pequenino Min. Àquele dia, ele pediu inúmeras desculpas, acompanhado de várias lágrimas que escorriam crua e friamente por seu rosto até o irmão.

– Eu te amo, Armin. Eu te amo muito.

Foi apenas o que ele disse, nada mais, apenas uma declaração falha.

랄랄랄

Naquele momento, as lembranças tocavam o Ahyeol de 23 anos. O porta retrato estava sendo abraçado contra o peito desnudo. Ele chorava, chorava ao pensar nas besteiras que fez com o irmão. Ele chorou ao lembrar-se da infância e da falta que sentiu do seu pequeno. Ele chorou, ele chorou por que se lembrou do irmão.

Ahyeol chorou por que amava Armin. Hong Ah Min.

- Eu te amo, Minnie. - As lágrimas ainda rolavam, porém, agora ele dizia para o irmão. Após a finalização da frase, encerrou a ligação, desligando o celular.
 

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